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terça-feira, 13 de outubro de 2009


Dinheiro jogado fora.

Foram 115 milhões, os recursos repassados pelo Governo Lula as entidades e ONGS ligadas ao MST.

Este dinheiro poderia muito bem estar sendo aplicado na Educação, saúde, habitação etc..., Será que é tão importante financiar um movimento bandido, que somente tem o escopo de invadir propriedades e destruir o patrimônio alheio.

Está na hora do Congresso Nacional (Isto se os governistas deixarem) dar um basta em tudo isto. Criarem mecanismos legais, para impedir que o dinheiro público, fruto dos impostos impingidos a milhões de brasileiros, seja utilizado de forma tão nociva como vem sendo, financiando um movimento que é o retrato da vadiagem e da bandidagem em nosso país.

Nilton Flávio Ribeiro (niltonflavioribeiro.blogspot.com)

domingo, 11 de outubro de 2009

Desabafo crítico.
Fazer críticas e comentários políticos fazem parte de uma democracia, é sabedor que alguns políticos ou boquirrotos de seus assessores e apaniguados, talvez não acostumados com o exercício do poder e as críticas que o cargo está sujeito, se irritem e fiquem todos nervosinhos e desconfortáveis perto dos poucos adversários políticos ainda com coragem para criticar e comentar as falhas administrativas.
Bom, como cidadão inconformado com a derrota no último pleito de minha cidade, gosto de fazer minhas críticas, também faço elogios quando exista algo para se elogiar coisa que é muito difícil nos dias de hoje.
Uma de minhas costumeiras e repetitivas críticas, quando à atual gestão municipal, ou melhor, quanto tento encontrar uma explicação para o cenário político municipal, falo sempre que a Prefeita eleita em nosso município é uma mulher com muita sorte.
Desculpem-me meus companheiros derrotados na última campanha, mais reconheço que a Prefeita realmente é uma mulher de muita sorte, talvez isto seja motivo dela ter conduzido o seu parco tempo de gestão, alheia as críticas dos seus opositores e até de alguns de seus eleitores arrependidos.
Vou explicar como cheguei a esta óbvia conclusão. Ela é uma mulher de sorte quando concorreu com um único candidato, que apesar de ser honesto e ético gozava entre o eleitorado local um considerável índice de rejeição, que chegava próximo ao percentual de trinta e cinco por cento.
Teve sorte ao ganhar as eleições, apesar de ter ficado com a minoria na Câmara Municipal, hoje goza de confortável maioria, já que alguns membros da tímida edilidade local não pretendem e não desejam lhe fazer oposição, ou seja, é de maioria governista, ou não sendo, se porta como tal.
É uma mulher de sorte, porque gozou dos primeiros meses de seu mandato com recordes de arrecadação, sendo que alguns meses este valores ultrapassaram a cifras de um milhão por mês, coisa nunca visto antes por aqueles que acompanharam os gestores de outrora. (vejam e comprovem isto pelo site do TCE).
A gestão “cor de rosa” atual, com sorte ou não está entrando no décimo mês de seu primeiro ano de mandato e já começa enfrentar os problemas corriqueiros de qualquer outra administração pública. Não pense os “assessores” dela que em conseqüência disto, não estará sujeita as críticas.
Tanto o executivo como o legislativo composto por pessoas escolhidas pelo povo, deve ter como certo que haverá críticas sobre suas atuações como políticos sejam eles no âmbito do Paço Municipal, como na Câmara de Vereadores, pois isto faz parte do processo democrático.
Faz muito tempo que não assisto a uma sessão do legislativo local, mas, pelo que me disseram, alguns vereadores governistas insistem em culpar os gestores de outrora. Isto não é de estranhar, tal comportamento já é corriqueiro entre os meios políticos. Lula já está no seu segundo mandato e ainda busca atribuir a FHC algumas mazelas atuais referindo-se a tão falada “herança maldita”.
Lembro perfeitamente, a nossa Prefeita em uma entrevista concedida, (ainda no início de sua gestão) elogiava o Prefeito que estava sucedendo, dizendo que as contas da Prefeitura estavam em dias, e agora quando a situação começa apertar, a culpa é dos equipamentos “sucateados” e das dívidas herdadas que até então não existiam.
É muita contradição nos discursos de ontem para o de hoje, e assim o tempo vai passando e nada de novo acontece, as obras públicas cessaram e em todos os setores administrativos só se escuta silêncio e descontentamento.
Voltando as mencionadas críticas, quero deixar claro aos governantes locais, seja eles do executivo ou do legislativo, quando derem motivo para que elas aconteçam pode ter certeza, serei o primeiro, e sem medo de ser feliz de fazê-las, doa a quer doer. É um direito meu como eleitor de expressar meu descontentamento com aquilo que não concordo. Ontem eu era vidraça, hoje eu sou pedra, e como tal agirei de forma clara e transparente.
Aos políticos eleitos, só me resta a fiscalizá-los e deles exigir uma postura ética e transparente, mesmo que isto os incomode, os melindres a ponto de fugirem de minha presença como o diabo da cruz. Isto já vem acontecendo com alguns, que é só eu chegar ao recinto que eles estão, instantes arrumam uma desculpa e saem do local as pressas, talvez para não serem vistos pelos detentores do poder em companhia do único e verdadeiro representante da oposição, ou para não serem cobrados por aquele que não tem “travas na língua”.
Aos acovardados, quero lembrar que os anos de chumbos, negros tempos da ditadura a muito se foi, e ter opinião própria não é defeito, mas sim qualidade.
Nilton Flávio Ribeiro (niltonflavioribeiro.blogspot.com)

terça-feira, 6 de outubro de 2009

É revoltante!
Hoje assisti em um tele jornal matutino, a ação criminosa do MST, contra uma plantação de laranjas, acontecida no interior de São Paulo. Revoltei-me em ver, um trator conduzido por um animal, financiado, por outros animais, inclusive com recursos internacionais, avançando e destruindo tranquilamente um punhado árvores cítricas (Pé-de-laranjas mesmo), plantadas estrategicamente por uma indústria de sucos. (As imagens estão no youtube)
Revoltei-me em saber que um Magistrado local onde ocorrera a invasão, havia concedido uma liminar de reintegração de posse a favor dos proprietários da área turbada, mas, que logo em seguida, havia revogado a medida, enviando o feito para uma das Varas da Justiça Federal daquele Estado.
Achei a posição do Magistrado, um pouco cômoda, para não dizer covarde, vez que, ignorou por completo o disposto em nossa legislação pátria, em prol de uma hoste de “aloprados” desordeiros.
Esta cínica e leniente postura de alguns Magistrados e de autoridades governamentais, em prol do MST e de suas costumeiras invasões às propriedades agrícolas, escorado na farsa deles serem um “movimento social”, chega a repugnar aqueles que não concordam com esta situação.
Recentemente conversava com um singelo proprietário de terras, que me falava das inúmeras dificuldades encontradas para permanecer no mercado. Por um lado está o Governo, com suas investidas ambientais e restrições ao direito de propriedade, quando não com sua contumaz voracidade em arrecadar. Por outro os Bancos também famintos em cobrar juros e taxas acima do permitido e ainda com as benções governamentais e agora teriam que contar ainda com os chamados “movimentos sociais” financiados com gordos repasses governamentais, intermediados por ONGS, que simplesmente ignoram qualquer lei ou direitos privados e marcham tranquilamente contra as propriedades rurais.
E o nosso Governo?! O nosso Governo ainda ébrio pela conquista dos jogos olímpicos não está nem aí com os verdadeiros trabalhadores e produtores de riquezas, capital e renda, deste nosso país.
Nos brasileiros, como diz o famoso ditamente popular, “estamos jogados as traças”, neste imenso país tropical. O que me preocupa, são os diversos assaltos praticados nos grandes centros urbanos deste país, vier a ser considerado também um movimento social.
Eu acho que está na hora de se fundar um outro movimento social, “MSJ” (MOVIMENTO DOS SEM JUSTIÇA), e começar a agir pela própria conta, uma vez que o Estado está alheio ao Direito e a toda a Legislação existente.
Fico a imaginar, aquele “animal” condutor do veículo agrícola destruidor do laranjal, ser barrado, por proprietário e membro do MSJ, empunhado uma escopeta calibre 12, e acertando-lhe um disparo no peito. Se isto acontecer seria uma forma justa de impedir e repelir uma injusta agressão.
Não pretendo fazer apologia ao crime, bem porque, legitima defesa é um excludente da criminalidade, mas quero deixar claro minha posição contrária a tais movimentos ditos sociais que se acham acima da Lei e do direito.
Pode ter certeza, quando proprietários começarem a reagir, daí o omisso governo aparecerá para intervir, só que para punir esta reação e não as demais injustiças patrocinadas pelo dinheiro dos nossos impostos. Basta de omissão e covardia!..
É revoltante!...
NILTON FLÁVIO RIBEIRO (niltonflavioribeiro.blogspot.com)

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Brincadeiras de crianças.(I)
Uns tempos atrás, ainda quando minha filha caçula morava conosco, ela então em férias escolares, e eu ao chegar em casa após um exaustivo dia de trabalho, fiquei a observa-la em frente da televisão.
Vendo ela absorta na programação do canal sintonizado lembrei que hora antes por ocasião do almoço, ela já se encontrava em frente da televisão, e naquele momento em minha cabeça calva encheu de boas recordações. Passei a lembrar dos meus tempos de criança.
Lembrei-me quando não havia aulas devido a um feriado ou férias escolares, nos meninos, levantávamos cedo (para isto não tínhamos preguiça) e sem ninguém chamar, e em seguida saía em busca de diversão pelas redondezas de nossas casas.
Em um campinho improvisado de terra batida ou de gramado ruído pelo pisoteio, sempre nos diversos terrenos baldios, lá estava a garotada, esperando os demais amigos para interar o time e dar início à costumeira pelada.
Era só a bola rolar, que aos gritos e nome feios a molecada divertia-se correndo atrás da pelota, quase sempre com regras próprias e sem árbitros para atrapalhar. Como era bom nosso tempo de infância, sem violência, sem televisão, sem internet, sem as complicações e a concorrência destes tempos modernos. (bom?! Sem Internet, nem tanto né!?!).
Lembrei-me de outras brincadeiras, que fazíamos no entardecer e que ia até noite adentro, tudo em prol do saudável divertimento cotidiano. Pique-salvas, pique-latinha, esconde-esconde e outras brincadeiras a mais.
Voltei-me a minha filha, prostrada em frente aquela tela quadrada, e passei a imaginar quantas outras crianças, desperdiçavam sua infância em frente de uma televisão, não que eu como pai considerado ranzinza e super-protetor, gostasse de ver minha filhinha correndo pelas ruas, mas sim a vendo participar das brincadeiras que as meninas de minha época praticavam em frente de seus lares e quase sempre sob a vigília incansável dos pais.
Fiquei um momento a observá-la, sem cair no erro de querer interromper o seu programa, pois tinha certeza que iria ouvir aquela frase de sempre – ah! Paiê! Agora to assistindo!!!. Receoso resguardei-me de interpelá-la em sua programação, e logo lembrei da internet, pois sabia, que assim ela deixaria a frente da tevê iria assumir a frente do computador, navegando no Orkut, MSN, Youtube e outros “sites” mais.
Foi quando tive uma idéia, em tentar mostrar para ela como era as brincadeiras de outrora, mandando via e-mail, que certamente ela iria ler sem protestos ou retrucos como costumam fazer os adolescentes de hoje. A correspondência era mais ou menos assim:
“Antigamente quando a televisão ainda era um sonho, pelos menos para as classes menos privilegiadas via-se pelas ruas dos bairros, principalmente nas pequenas cidades interioranas, crianças correndo, gritando simplesmente brincando.
Hoje ao andar pelos bairros e jardins, somente encontra-se alguns casais de namorados, e ruas desertas como se não existissem crianças. O único ruído a se ouvir, é o som vindo do interior das casas, emitido por um aparelho de televisão sintonizada na novela das oito. Porém antes disto, estava sintonizada na novela das sete, das seis, das cinco e até mesmo no “vale a pena ver de novo”. Que tédio!.
Nossas crianças crescem antes da hora. Já não brincam mais, não correm pelas ruas, não gritam, não xingam ,(não que xingar seja bonito! rsss...) simplesmente assistem televisão.
Que mundo triste e sombrio sem as brincadeiras de outrora. Na esperança que um dia as crianças voltem a ser crianças como no passado, resolvi a relatar as muitas das brincadeiras que vivi.
Nas noites quentes de verão, correndo descalço pelas ruas de minha cidade, (Assis-SP) eu e mais um punhado de “moleques”, juntávamos em baixo de um poste de luz qualquer para ali, formarem as equipes em seguida dar-mos início ao pique-salvo.
Esta brincadeira constituía em dividir em duas equipes a molecada da vizinhança, com o propósito de se divertir. As equipes quase sempre eram formadas de números iguais de moleques prontos a iniciar a feliz e divertida algazarra.
No par ou impar, se escolhia os componentes de cada equipe e também quem começava “pegando”, que consistia em correr e perseguir os moleques da outra equipe, para dominar-lhes e aplicar-lhes três tapas em suas costas. O dominado era encaminhado para o “pique”, um poste de luz, onde ficava com os braços estendidos, esperando que um membro de sua equipe viesse a salva-lo.
O objetivo da equipe perseguidora era dominar os demais moleques, sem deixar que estes conseguissem chegar ao pique, onde estava o dominado com o seu braço estendido. Se um dos moleques da equipe do dominado conseguisse tocar no que estava ali pego, ele estaria salvo, e poderia correr até ser dominado novamente.
Se todos os moleques fossem dominados, sem que outros conseguissem salva-los, a equipe que estava pegando, passava a correr, e os perdedores dominados, iniciavam “o pega” invertendo assim as posições.
Ninguém se preocupava com assaltos, drogas ou outras idiotices mais, e a brincadeira além de divertimento, era uma verdadeira prática de esportes, que certamente contribuía em muito com a saúde daquela feliz garotada. Pena que as crianças de hoje só querem saber de assistir os desenhos e as novelas idiotas, ou ficar em frente do computador e não mais sabem se divertir.
A brincadeira somente acabava tarde da noite quando os pais chamavam as crianças para tomarem banho e dormirem. “
Foi dessa forma que busquei a mostrar para minha filha como seu pai um dia foi criança e como se divertia. Concluí para ela, que aquilo tinha por objetivo que em um dia ela ensinasse seus filhos ou sobrinhos a se divertir como em um dia perdido do nosso passado a criançada se divertia. Saudades.
Nilton Flávio Ribeiro (niltonflavioribeiro.blogspot.com)

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Banho no Índio. (Foi assim que me contaram III)
Há muito tempo passado, nos primórdios da colonização da Gleba Arinos onde hoje é o município de Porto dos Gaúchos, todo o transporte de mantimentos e combustíveis era feito via água pelo Rio Arinos, através de embarcações então denominadas chalanas.
Dentre estes bravos navegadores, que outrora navegaram pelas águas límpidas do Arinos, levando mantimentos aos Colonos que se encontravam Rio abaixo, havia um que conheci pessoalmente. Um homem rude, porém, alegre, divertido, acostumado às agruras e as dificuldades da imensa Floresta Amazônica.
Fritiz como apelidado era ótimo conhecedor daquelas paragens, pois como tal navegava com freqüência ora descendo ora subindo as águas do exuberante Rio Arinos.
Fritiz na época, homem formado, porém jovem e solteiro, passava muito tempo longe da civilização, sempre em contato com a Floresta e seus habitantes, principalmente com os Silvícolas que outrora habitavam a região e que o alemão frequentemente lhes davam carona em suas idas e vindas rio afora.
Uma certa ocasião, Fritiz, navegava sozinho rio abaixo, carregado de suprimentos para os Colonos Gaúchos, quando avistou em uma de suas margens, um casal indígena, que para ela acenava pedindo carona em sua chalana.
Fritz, desacelerou sua embarcação e a manobrou procurando encosta-la nas margens do rio para colher o casal de silvícolas, que certamente pertenciam as uma das inúmeras etnias que habitavam as margens do Arinos.
Quando o casal veio a bordo da embarcação, Fritiz, há muito tempo “a seco”, lançou seu olhar de cobiça sobre a jovem índia, pois ali em sua frente se encontrava uma selvagem, cujos antepassados deixaram os descobridores portugueses loucos e apaixonados, e que certamente contribuíram para o amálgama de raças que é este nosso grandioso Brasil.
A jovem indígena aguçou no alemão, desejos até então recônditos em seu peito de descendente germânico, surgindo para ele o que seria uma oportunidade, como dito nos chulos termos atuais, em “afogar o ganso”, coisas que ultimamente só fazia por memória na palma de sua mão na solidão freqüente de suas viagens, como muitos no início da puberdade o fazem, ou seja, naquela dos “cinco ateus, apertando um judeu para cuspir o que não comeu.”
Fritiz então achou de ancorar sua chalana em uma das muitas ilhas ribeirinhas, e lá usando de muita esperteza atraiu a jovem indígena para dentro do banheiro, e iniciou em dar um banho no seu objeto de desejo, usando um perfumado sabonete, que dias antes comprara de certo para uma ocasião especial como a que estava preste a vivenciar e com o evidente escopo de prepará-la para sua alcova.
A Indígena sentindo o perfume do sabonete e talvez vendo a excitação e a óbvia intenção do jovem marinheiro tratou logo em buscar seu companheiro, levando-o para Fritiz, que segundo as más-línguas locais, fora obrigado a dar banho também no Índio, frustrando assim o seu desejo em conquistar a formosa e naquele momento cheirosa silvícola.
Tive oportunidade de pescar muitas ocasiões com o Velho Lobo do Arinos, e quando tocávamos neste assunto, costumava negar com veemência o acontecido, porém sempre com o seu peculiar bom humor. Verdade ou mentira, fato ou ficção, o causo não deixa de ser hilariante, e toda vez que me encontrava com Fritiz , imaginava aquela cena onde o Alemão dava um perfumado banho no Indião. Foi assim que me contaram.
Nilton Flávio Ribeiro (niltonfavioribeiro.blogspot.com)

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

A troca de “elogios” entre um Ministro e um Governador.

De “veado”, “fumador de maconha”, “homossexual enrustido” e de ameaça de estupro, o clima vai ficando tenso, entre o Ministro Minc (leão dourado) e Puccinelli, Governador do Estado de Mato Grosso do Sul.
E de novo o motivo e o centro das trocas de farpas, esta o “Zoneamento agroecológico”, que tem tirado o sono dos diversos produtores rurais deste nosso grande país.
Ontem (23/09), o nosso Presidente Lula (molusco) da Silva, declarou alto e em bom tom, em uma entrevista concedida direto dos Estados Unidos, onde se encontrava participando de uma reunião na Sede das Nações Unidas (ONU), que é favorável ao aumento dos índices de produtividade das propriedades rurais como quer o MST, para fins de reforma agrária, deixando claro em sua entrevista que isto irá acontecer.
Os contrários a está idéia, (onde me incluo), acham que se vier a ser exigido um aumento nos índices de produtividade como quer o Governo Lula, somente dará azo as invasões promovidas pelo Movimento dos Sem Terras (Sem terras mais com gordos recursos públicos), que certamente irá agravar a situação fundiária no país.
De um lado está Carlos Minc, pressionando os proprietários rurais, os verdadeiros produtores de riquezas e renda do país, com suas investidas e restrições ambientais. Do outro o Ministro da Reforma Agrária comandado pelo MST exigindo absurdos, como o aumento dos índices de produtividade para o fim da Reforma Agrária. No centro, proprietários e produtores rurais confusos e revoltados com a dissonância deste Governo de Aloprados, que no mesmo momento que busca restringir a produtividade invocando a preservação ambiental, quer exigir um aumento de produtividade.
Está na hora da bancada ruralista unir-se com a oposição no combate destas aberrações que somente irão trazer discórdia entre o povo brasileiro. Se isto não acontecer, corremos o risco de viver uma situação insustentável de conflitos em regiões rurais, que certamente chegarão às raias do confronto armado entre proprietários e invasores do MST.
Nilton Flávio Ribeiro (niltonflavioribeiro.blogspot.com)

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

O Caso Zelaya.

O que ninguém do Governo explica, é que momento antes da sua ida a embaixada, ele esteve no Brasil como noticiado pela imprensa. Resta-nos indagar com quem deste Governo de patetas Zelaya manteve contato aqui no país.
Coincidência ou não, foi após sua visita ao País do Futebol, este foi acolhido na Embaixada Brasileira no Pais Hondurenho e de lá trepado em seus muros dirige discursos inflamados para seus seguidores.
Todos os Embaixadores Brasileiros, entrevistados pela mídia televisiva são unânimes em afirmar que esta é uma situação inusitada, já que o Presidente deposto estava em segurança longe do seu país, e tendo retorna usa da nossa Embaixada como seu escritório político, fazendo dela uma barricada contra o chamado Governo Golpista.
Hoje ouvi, que a deposição de Zelaya se deu após uma decisão da Suprema Corte daquele País, que o havia condenado por corrupção e por não cumprir as disposições constitucionais.
Como disse Alexandre Garcia em seu comentário na Rede Gobo, de que a Embaixada do Brasil em Honduras parecia ter sido invadida pelo MST, já que seguidores do presidente corrupto deposto, estavam lá com ele, todos deitados pelo chão acampados como meros invasores do Movimento Pátrio dos chamados Sem Terras.
Engraçado é que, a embaixada brasileira está à mercê de Zelaya e seus séqüitos, são eles que controlam o acesso no setor interno do território brasileiro naquele país. Será que Lula e os Aloprados Petistas e demais Governistas, conseguirão sair desta?! Enquanto isto, o maior aliado de Zelaya está em uma situação segura e confortável. Sim ele mesmo, o Presidente Venezuelano Hugo Chaves, aliado de Lula e que conta com a simpatia dos aloprados Petistas.
Agora o Brasil socorre-se do EUA, querendo que este intervenha e ajude a resolver o impasse. Sim nada mais nada menos de que o Estados Unidos da América, “o grande satã” inimigo número “UM” dos chamados “esquerdistas” e dos aliados de Lula e admirados do Petismo brasileiro (Cuba, Venezuela, Iran. Bolívia e etc...). “God bless América”
Nilton Flávio Ribeiro (niltonflavioribeiro.blogspot.com)