Páginas

Pesquisar este blog

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

LULLA & BATTISTI.

Pois é, o ex Presidente da República Luiz Inácio Lulla da Silva, concedeu asilo ao terrorista italiano Cesare Basttisti, desrespeitado os tratados assinados com a Itália no passado. Para mim, Lulla é, e sempre será um grande boquirroto. Um falastrão que se manteve com altos índices de aceitação junto aos desatentos cidadãos brasileiros, por mascarar a mídia e a contabilidade deste nosso espoliado país. Lulla teve a sorte de ter com ele, um grande números de Deputados Federais e Senadores corruptos e mensaleiros que deram sustentação política ao seu governo, e que está se perpetuando agora com a posse de Dillma. Se eu fosse o Parlamento Italiano, me vingaria de Lulla e seus aliados, simplesmente revogando a cidadania dada a (...) Letícia(nem sei o nome dela, pois em oito anos do governo Lulla nunca vi esta mulher abrir a boca!) e seus filhos. Vou dar uma sugestão, quando houver neste país, uma instituição que venha fiscalizar e punir as falcatruas de Lulla e seus aliados mensaleiros, de certo ele irá querer asilo político em algum país, quiçá até mesmo na Itália onde sua família tem cidadania, e aí será a hora da vingança.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Feliz aniversário!


Há aproximadamente um ano passado, presenciei o “staf” governista da Prefeita Carmem, acompanhando a fixação da placa da obra da pavimentação asfáltica de nossa cidade. Os meninos estavam todos empolgados e até faziam pose de “agora vai”, encontrando um lugar visível para mostrar que iriam dar início aquela que seria a única obra (que eu me lembre) até agora feita nesta administração. Além de Secretários da Prefeita estavam também alguns Vereadores da base governista, aqueles acostumados a dar sustentação política e patrocinar a defesa da atual gestão, na tribuna da Câmara Municipal.
Isto há passados quase um ano, se não me falhe a memória.  Hoje quando circulava próximo ao bairro que recebera a obra noticiada na placa, vi que ainda não lhe deram término, faltando o trevo(rssss) às sarjetas e meio fio.  Até esboçaram em fazer esta parte restante da obra, mas, foi só, ficaram no meio do caminho esperando que as chuvas e enxurradas fizessem a sua parte. (já comentei isto).
Pois é, passados todos este tempo frente a inércia da oposição e dos próprios vereadores em cobrar o prosseguimento da obra resolvi destilar o costumeiro veneno de que me é peculiar. Vou descer o pau, quem sabe se a classe política não crie coragem e saia da moita para fazer o seu papel, a final de contas e dinheiro público que está em jogo. Tudo bem que as contas foram aprovadas apesar das irregularidades, como votou o Ilustre Conselheiro do TCE Humberto Bozaipo, contrariando o parecer do Ministério Público, só que não somos obrigados a ficar calados, principalmente eu que não tenho o “RABO PRESO” como alguns Ilustres Representantes do nosso sofrido povo portogauchense.
Além do aniversário da placa (rsss), quero também frisar que as estradas vicinais estão completamente esburacadas, estive recentemente lá na casa do meu amigo “Zé Coró”, pelo trajeto do treze /Vila Novo Paraná/ Bela Vista, e pude comprovar que já faz muito tempo que os equipamentos da Municipalidade não fazem o que deveriam fazer, ou seja, manutenção periódica das vicinais. (Culpa do Revelino???) Rsssss....
Bom, não é só isto, e a pavimentação do resto da cidade?! Vou tomar a liberdade, de fazer o papel dos Vereadores e Indicar ao Executivo, ignorando o silente e acovardado plenário, que determine ao Ilustre Secretário de Obras a recuperação da pavimentação asfáltica existente próximo da Escola Estadual na Rua Sérgio Petrenko. Também na Rua de cima perto da Casa do Escadinha e do Nércio. Que também inicie urgentemente a operação tapa buracos da Avenida Guilherme Meyer. (Acorda Câmara!!!)
Teria muitos buracos para indicar ao Executivo, mas vou deixar um pouco para os Vereadores, afinal de contas eles ganham do Erário Público para isso, ou não?!! Quanto a nossa placa, só me resta em dizer “parabéns pelo aniversário de um ano”, e lembro ainda que o prazo da obra prevista no convênio, já há muito expirou.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Travestidos de Maricotas e Mariposas.


Na vizinha e progressista urbe de Juara, a primeira passeata “gay” foi um fracasso. Somente alguns poucos homossexuais assumidos tiveram a audácia em sair na Rua para manifestar o seu lado feminino. Quem assistiu disse que muitos não quiseram sair do armário, e somente ficaram de longe assistindo a passeata de seis.
Já em Porto dos Gaúchos, no tradicional jogo intitulado Maricotas & Mariposas, realizado todo ano, alguns “machoxôs”, travestido de mulheres fizeram o maior sucesso pelas ruas da cidade (vi as fotos no site Oficial) saíram em passeata pela avenida principal e pelo que vi nas fotografias se divertiram muito.
Pelo que ouvi falar as “Drag queens”[1] comandadas pelo Ilustre Vereador e Futuro Presidente da Casa, se produziram de forma despertar “o libido inverso” de alguns poucos, fazendo até os trejeitos afeminados, sendo que algumas "delas" até tiveram o incentivo de namoradas e familiares. Nada contra não quero ser acusado de homofobia, afinal de contas, cada um faz o que quiser com o seu corpo. (livre arbítrio).Mas quem não está acostumado estranha! Podem Crer!!!.
Aliás, temos que convir, não é sempre que podemos ganhar de Juara! Rssss...A nossa passeata foi  melhor do que a deles. Como diria algum “Drag” assumido...”morram de inveja!!!” Rsss...
Sarro a parte, mas para quem gosta destas festas, pelo que vi nas fotos, se divertiram muito. Porém é importante que se registre que as religiões predominantes no mundo censuram este tipo de prática. (Cristianismo, Judaísmo e Mulçumano). Vejamos então: No Judaísmo registra, (estou me referindo ao Judaísmo por ser mais claro nesta posição)  que dos preceitos que nos foram ordenados por D'us, conforme consta na Torá, é de seiscentos e treze. Deles, duzentos e quarenta e oito são preceitos positivos e trezentos e sessenta e cinco são preceitos proibitivos e uns dos direcionados para o homem é de que este “não deve se vestir-se com roupas ou adornos de mulher.”
Muitos de vocês que lerão esta colocação, se perguntarão qual é a deste Cara !?! E responderão para si mesmo, isto é no judaísmo, eu sou é Cristão!!! Explico que a Tora Judaica e o Velho Testamento adotado pelos Cristão, são idênticas quando impõe regras de comportamento as pessoas, seja ele Homem ou Mulher. Vejamos novamente: “Não haverá trajo de homem na mulher, e não vestirá o homem vestido de mulher: porque, qualquer que faz isto abominação é ao Senhor teu Deus.” (Deuteronômio 22.5).
Por outro lado, também tem o livre arbítrio, e se os meninos(as), querem se divertir, que se divirtam, coloquem seus sapatos de salto alto ou plataforma, se maquiem e vão lá, soltem a franga. Como diz o velho ditame popular: “Se está no inferno que custa dar um abraço no Capeta.” Rsssss. Aguentem o Sarro e não reclamem.






[1] Drag Queen: homem que se veste com roupas geralmente associadas ao sexo feminino mas sem esconder que é homem, também associado a maior espalhafato. No original inglês, drag queen é utilizado como o mesmo significado de Travesti (homens que parecem mulheres).

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Natal & festividades.


Tenho andado um pouco lúgubre, ou seja, “chué” mesmo. Estou sem criatividade para dar meus “pitacos” opinativos na política local. Aliás, por falar em política local, nada de novo tem acontecido, a não ser a eleição da Mesa da Câmara de forma unânime. (Parabéns Ricardinho, você mereceu!) Alguém disse uma vez “que toda unanimidade é burra”, não sei se este ditado pode se aplicado na eleição da Mesa. (rsss!!!) hei!!! não é minha intenção em chamar os Ilustres Membros da Edilidade local de “burros”, vejam se não vão entender isso heim!!! Só estou divagando, pois como disse, ou melhor, escrevi a pouco ando mesmo “chué”.
Ah!.. Já ia me esquecendo! Não se trata de política local, mas regional, com repercussão evidentemente na política local. Lá vou eu de novo, não tem como ficar alheio aos assuntos políticos. Vejamos então: Eleições para Presidência dos Consórcios. Do Consórcio de Saúde deu à lógica, a Prefeita Carmem foi eleita para mais um biênio.  E do Consórcio Intermunicipal do Vale do Arinos, venceu o Prefeito Wanderlei de Itanhangá. Parabéns para ambos.
Mas ainda referindo a eleição do Consórcio Intermunicipal do vale do Arinos, disseram para mim, que foi a maior puxada de tapete, na Prefeita Carmem e seus seguidores (Leia-se Jaja). Ela(e) havia preparado para ver o Prefeito de Tabaporã na Presidência, achando decerto que o candidato seria o Prefeito Alcir (reeleição), se emplacasse outro candidato, estaria dando um chega prá lá no Deputado Riva e diretamente no Revelino, mas quando acordou já era tarde, botaram ela para dormir de novo! Deu no que deu, idade por idade venceu o Prefeito Wanderlei. Rssss... Quem assistiu a cena achou muito proveitosa e divertida as gafes e as costumeiras deselegâncias da nossa gestora. Valeu isto faz parte! Alguém também disse uma vez “que na política e no amor vale de tudo!”. Será que compensa!!!
Estamos próximos ao Natal e também de mais um final de ano. Vou entrar no clima festivo e tomo a liberdade para transcrever em meu blog, algo muito interessante que li recentemente, que irei adotar como uma mensagem de final de ano.
“É definitivamente estranho. Quanto mais altas as conquistas científicas humanas, mais baixo cai a auto estima humana. Posso encontrar apenas uma explicação. Quando as pessoas perdem a fé em D'us, perdem a fé na humanidade também.
Considere os últimos cinco séculos.
Primeiro vieram Copérnico, Kepler e Galileu, e nos ensinaram que a terra, nossa habitação, não está no centro do universo. Não é sequer o centro do sistema solar. Então ficou ainda pior. O sistema solar é apenas uma minúscula parte de uma galáxia com talvez cem bilhões de estrelas. A galáxia é somente uma parte pequena do universo, com cem milhões de outras galáxias. O planeta que certa vez consideramos tão vasto é um mero grão de poeira na superfície do infinito.
Então veio Spinoza e nos disse que o livre arbítrio é uma ilusão. Somos fisicos. Todas as coisas fisicas estão sujeitas a causas naturais. A conexão ente causa e efeito é necessária. Portanto não há liberdade, exceto a consciência da necessidade.
Então veio Marx e nos disse que a mais sagrada das atividades humanas, a religião, foi um instrumento planejado pelos ricos para manter os pobres em seu lugar, dizendo-lhes que seu sofrimento é a vontade de D'us.
Então veio Darwin e disse que não há nada diferente em ser humano, afinal. Não somos a imagem de D'us. Somos primos próximos dos macacos.
Daí veio Freud e disse que nossos instintos mais elevados são na verdade os mais baixos. Há muito tempo os filhos da tribo se juntaram para matar seu pai, o macho alfa, para poderem tomar seu lugar. Por fim eles foram assombrados pela culpa – ele chamou isso de retorno dos reprimidos – e é isso que é a religião. Ele a chamou de neurose obsessiva da humanidade.
Veio então os neo-darwinianos do nosso tempo para nos dizer que somos genes egoístas e tudo aquilo que parece idealismo, virtude e nobreza de caráter está na verdade apenas a um gene de distância de reproduzir-se na próxima geração. “Arranhe um altruísta”, disse Michael Ghiselin, “e veja um hipócrita sangrar.”
Nossa própria existência, dizem eles, é um mero acidente. Nossa evolucão foi ao acaso. A natureza que nos originou é cega. Se tivéssemos de voltar no tempo e reviver o processo evolutivo não há garantia, nem sequer uma probabilidade, de que o Homo sapiens fosse emergir.Tudo isso estava sendo dito e pensado enquanto os seres humanos estavam realizando aquilo que nenhuma outra forma de vida jamais realizou, o que nenhuma geração anterior de seres humanos sequer pensou ser possível.

Portanto, quanto mais elevada é a nossa conquista científica, mais baixa é a nossa auto-avaliação. Agimos como anjos; nos vemos como vermes. Às vezes você tem de ser muito inteligente de fato para acreditar numa proposição tão tola.

Sim, somos parte da natureza, mas também temos cultura. Sim, nossas ações têm causas, mas também têm propósitos, aqueles que imaginamos livremente e escolhemos livremente fazer acontecer. Sim, a religião nos consola pelo nosso destino, mas também nos impele a acreditar que com a ajuda de D'us podemos mudá-lo. Daí os cristãos, judeus e outros que lutaram para abolir a escravidão naquela época, a pobreza global atualmente.
Sim, somos parte da família darwiniana da vida. Assim disse Cohêlet: “Um homem não tinha preeminência sobre um animal; pois tudo é vaidade.”

Podemos todos nos sentir assim numa tarde chuvosa de quinta-feira. Porém um estado de espírito não é uma verdade.
Nenhum animal pintou uma caverna equivalente ao teto da Capela Sistina. Nenhum animal disse: “Ser ou não ser.” Nenhum animal filosofou dizendo que ele ou ela poderia ser mais que um humano peludo. Nenhum animal jamais foi ateu, pelo que eu saiba. Podemos compartilhar muitos dos nossos genes com os primatas, como fazemos com as moscas das frutas e com o fermento, mas ainda não consigo ver a semelhança familiar.
Chego à conclusão oposta. Enquanto os judeus se preparam para Yom Kipur, o mais sagrado dos dias, quando ficamos perante D'us em julgamento e pedimos perdão a Ele, eu sei que podemos fazer o que nenhuma outra forma de vida pode. Podemos dizer: “Eu errei.” Tudo que vive, age. Somente nós podemos expressar remorso pelos nossos atos. Somente nós podemos tomar a resolução de mudar.

Somos pequenos, mas somos capazes de grandeza, egoístas mas muitas vezes altruístas, pó da terra mas também a imagem de D'us. Quando eu tenho fé em D'us descubro que recupero também a minha fé na humanidade.”
Rabino Chefe da Inglaterra, Professor Jonathan Sacks.  


quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Oposição frágil e acovardada.


Tive oportunidade de ler alguns comentários políticos, sobre a disputa interna no PSDB, entre José Serra e Aécio Neves, para ver quem fica com o que restou do partido após as eleições deste ano.
José Serra derrotado insiste em comandar o Partido onde o mineiro Aécio Neves deseja comandar. Alguns comentaristas em seus blogs, disseram que ambos (Aécio e Serra) têm que aprender primeiro a fazer oposição, já que a derrota nas urnas por duas ocasiões (Uma com Geraldo e agora com Serra) se dera devido os candidatos não assumir uma postura oposicionista. Concordo com eles e já irei explicar porque.
Aqui no nosso reino encantado, também tem um grupo de políticos que precisam aprender a ser oposição. Não aquela oposição sistemática e desconexa como tive oportunidade de ver, entre alguns Vereadores na gestão anterior, mas sim, uma oposição coerente e corajosa, cujo propósito seria de cobrar providencias em todos os seguimentos administrativos deste nosso sofrido Município.
Não estou me referindo somente aqueles que estão cumprindo mandato junto à edilidade local, mas também daqueles que ficam cochichando escondidos e acovardados com a mão sobre a boca com receio de que alguém possa vê-los no exercício da democracia. Medo de quê!!! Não sei!?! Talvez de monstros, assombrações, sacis, mula sem cabeça de bruxas ou bruxos de risada estridente, qualquer dessas coisas que os assustem.
Se a oposição local não cumprir o seu papel no campo democrático certamente teremos de engolir mais um período de reinado fraco e descompromissado com o tão almejado desenvolvimento. Se assim ainda não dá para ser convincente, está na hora da oposição fundar uma Igreja, pois lá sim é lugar de repetir os améns...Recado dado.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Motos, motociclistas e descontentamentos a parte!


Sábado passado, (04/12) estiveram em visita em nossa sofrida e definhada urbe (veja o resultado do censo), aproximadamente 70(setenta) motociclistas da cidade de Brasnorte. Eles vieram fazendo trilha com suas máquinas e juntos vieram alguns utilitários que apresentaram problemas mecânicos atrasando o percurso, levando-os a chegarem após ter passado algumas horas do horário previsto. Alguns destes motociclistas acamparam no pátio da lanchonete Flutuante outros decerto foram para os Hotéis.
A vinda deles aqui em nossa cidade não deixa de ser uma confraternização entre os amantes do motociclismo esporte que hoje é praticado em todo território Nacional.
Eu e minha Tornado pronto para trilha.
A trilha é algo impressionante e envolvente só mesmo quem já participou de um “rally” por trilhas pode experimentar a emoção de superar os obstáculos a lama e a poeira, que misturando-se ao cheiro da gasolina enche o peito dos participantes de  liberdade e  respeito pela natureza.
A galera amiga do Hally Ecológico-Juara
As motos vão arrancando entre a floresta e pelas estradas esburacadas de antigos carreadores deixados pelos madeireiros, surgindo daí o princípio da solidariedade entre os participantes. Se alguma das motos apresenta um problema mecânico qualquer, logo aqueles que estão vindo atrás vão parando e se juntando para prestar apoio ao colega que está com dificuldades. Os que estão na frente vendo que os que estão atrás demoram, logo retornam para ver o que está acontecendo e assim, acontecem as trilhas no meio de risos e barulho dos motores das motocicletas.
A trilha
Tive oportunidade de participar de uma dessas ida em direção a Brasnorte, quando ainda tinha minha 250 CC Tornado. Juntamos uma turma daqui de Porto e outra de Juara, e juntos partimos em direção a Brasnorte. Como agora também, na época atrasamos nossa chegada, devido há alguns problemas mecânicos de uma “fumaceante” moto conduzida pelo nosso amigo Renato. Rsss...Quem esteve lá deve lembrar! Na ocasião o apelidamos de “mata mosquito”, tudo de forma esportiva e divertida, sem mágoas ou rusgas.
Quando chegamos na Ponte do Rio do Peixe, já próximo de Brasnorte, lá estavam os motociclistas e alguns empresários nos esperando, com caixas de isopor lotadas de latas cerveja, e ali mesmo começou a confraternização entre os amantes do motociclismo.
Chegamos à cidade e uma caravana, e fomos recebidos de braços abertos pelo Prefeito de lá que nos arrumou até uma casa desocupada no centro da cidade para que fossem alojados os visitantes. Quem não quis ficar ali foi para o hotel. Havia muita cerveja, churrasco e a confraternização seguiu noite adentro. Muito divertido.
Depois disto eles retribuíram a visita, e foram da mesma forma recebida aqui em nossa cidade. Lembro que nesta ocasião foi feito uma janta para eles lá na beira do Rio, no local onde localiza o porto de areia. Lembro que na recepção aos visitantes estiveram desde o Prefeito de então, alguns Vereadores e empresários locais, além é claro, dos amantes do motociclismo (nós todos evidentemente).
Nesta última vinda dos amigos de Brasnorte, houve alguma polêmica, não por parte dos visitantes, mas sim daqueles políticos locais que gostam de pegarem caronas com os acontecimentos. Burburinhos e beicinhos a parte, eis que surgi entre os chateados e chatos de sempre, um arlequim que logo partiu em seu ofício oficial, em defesa do ostracismo e omissão dos políticos locais, dizendo que não haviam sido avisados.
Após surgir o comentário no blog oficial, surgiu o desconforto e o questionamento de uma das pessoas que sempre participou de tais eventos sem nenhum interesse político e com razão, bem porque, não havia obrigação nenhuma de pedir bênçãos ao grupelho que comanda o Paço Municipal. Era um evento independente que estava acontecendo, caberia aos políticos de plantão que se informasse como outros se informaram, e fossem receber os visitantes se assim desejassem.
O comentário oficioso veiculado por um determinado blog conseguiu somente a acrescentar desconforto para aqueles que não estão nem aí com a questão política local, somente querem se divertir e curtir a vida sobre duas rodas.
É importante esclarecer, que outrora havia participação dos políticos em recebimento aos visitantes, devida a atuação da própria Secretaria de Educação e Desportos, cujo Secretário da época era o meu amigo Paulo Celso, grande apreciador do motociclismo, tendo até o filho Ícaro como um promissor piloto de “MotoCross”, orgulho de todos nos apreciadores deste esporte.
Esclareço ainda, como já é do conhecimento dos motociclistas locais, a atual administração não é muito ligada a esta prática de esporte. Lembro que em uma ocasião em uma destas idas em trilha para Gleba São João, sofremos muitas críticas de pessoas hoje ligadas ao comando administrativo, atribuindo aos praticantes do esporte como um “bando de arruaceiros”, o que não foi e nunca será verdade.(quem estava lá sabe muito bem a quem estou me referindo ).
Enquanto isto, nos bastidores e arrabaldes da idiota politicagem portenha, os desportistas já  estão preparando para pagarem a visita a Brasnorte e com certeza o único “sinal de fumaça” que irão ver os descontentes, será da moto de outrora do meu amigo marcando a trilha com seu rastro. Rssss...
Divertir é a regra.
E se tudo der certo, irei junto, não “off rold” como eles, mas estarei acelerando a minha “bizinha” pelo asfalto para encontrá-los lá em Brasnorte. Até lá amigos continuem a se divertirem e não dêem ouvidos para os enciumados e sem criatividade políticos que insistem em querer bater continência com o quepe alheio. Ops!!! No nosso caso específico com o capacete alheio, afinal de contas usar capacete é contribuir com a segurança. Até Fevereiro e divirtam-se!!!...









quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

ZÉ BORBA.


Para mim ainda menino nos idos de 1970, quando ouvia falar do velho pistoleiro, tinha nele uma imagem de um gigante vestido de preto portando duas pistolas em seu coldre ao estilo dos “cowboys” do velho oeste americano. O velho Borba lenda ou realidade era temido por todos naquela região de Assis, como um homem hábil no seu ofício de matar como era divulgada de boca em boca nos botecos e nas conversas de portão muito usual naquele tempo.
Um dos fatos atribuídos a ele e que foram relatados, é que uma noite o velho pistoleiro, decerto vindo de algum “puteiro” qualquer, mal parando em pé dos “gorós” que havia tomado, entrara com seu burro em uma praça de Assis, para dar água ao seu animal em um chafariz edificado bem no centro daquele jardim.
O guarda vendo aquilo, e sem conhecer o velho e temido pistoleiro, veio a ter com ele reinando para que este saísse imediatamente dali, por ser proibida a permanência de um animal. Borba não levou muito em consideração as exigências do guarda praça, e já foi logo retrucando, dizendo que não iria sair e não tinha homem que o fizesse a sair da praça enquanto seu velho burro não saciasse sua sede.
O trôpego pistoleiro, em seguida virou-se do lado frente a um arbusto de planta ornamental existente próximo ao chafariz e pôs-se a urinar como se a conversa  não fosse com ele. O Guarda praça, vendo aquela cena e entendendo que era uma afronta a sua “autoridade”, partiu para cima do velho e lhe deu uma grande sova obrigando que este se retirasse da praça. O Velho e bêbado pistoleiro, deixou a praça e montando em sua animália partiu em direção aos arrabaldes sumindo assim na escuridão da noite.
Na manhã seguinte, o Guarda praça ao relatar o incidente com os seus conhecidos, veio a descobrir que o bêbado que ele forçara a sair da praça era nada mais nada menos que o temível pistoleiro conhecido como “Zé Borba”.
Contam desde então que o guarda praça nunca mais retornou ao seu serviço e partiu em mudança para outra região temendo que o velho pistoleiro ali retornasse para cobrar o corretivo que havia levado naquela noite.
Anos mais tarde, encarregado pelo meu irmão de entregar um cavalo que estava em nossa propriedade localizada próxima a Cardoso de Almeida, localidade existente entre Assis e Paraguaçu Pta., acompanhei dois senhores em uma camionete até lá. Um dos que estavam comigo eu já conhecia, o outro era um senhor franzino com aproximadamente uns sessenta e cinco anos de idade que se sentava ao meio do banco do veículo deixando a porta para mim que iria abrir as porteiras.
Olhando o seu perfil reparei que o velho tinha as orelhas peludas e raramente me encarava quando me dirigia a palavra. Ao chegar ao sítio embarcamos o animal na gaiola da camionete, e quando estávamos retornando conversávamos sobre armas, foi quando aquele simpático velhinho sacou de baixo da camisa um revolver calibre 22 com cano longo e com o ar de deboche me disse que apesar do tamanho da munição era uma arma letal nas mãos de quem entendesse da arte. Foi quando conheci o famoso e temido pistoleiro de outrora, que apesar da idade ainda mantinha sua ferramenta de trabalho bem próximo do seu corpo.
Fiquei sabendo que Zé Borba morreu velho na cidade de Tarumã próxima de Assis levando com ele para o túmulo sua história e os segredos de seus crimes.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

AGORA É VERDADE OS IMPOSTOS SERÃO REDUZIDOS!

Não aqui no país de Lulla e da Dillma, mas sim no de Barac Obama. Sim nos Estados Unidos da América, os políticos republicanos e democrátas fecharam um acordo para redução dos impostos. O acordo não agradou muito ao Presidente Obama, porém, como os Republicanos tem sua maioria no Congresso de lá, conseguiram manter a redução que teve início ainda no Governo de Busch.
Como seria bom se os Paralmentares do Brasil, copiasse a medida adotada pelo EUA. O que é bom tem que ser copiado. Sei que isto não irá acontecer no Brasil, pois reduziria os ganhos daqueles  pústulas que como parasítas vivem agarrados na teta gorda governamental. 
No Brasil poderá é ocorrer o contrário. Haverá sim um aumento da carga tributária, pois a Dillma já acenou com a volta do CPMF. Estamos todos ferrados. "Quem mandou votar no home! Ops!!! errei!! na mué!" rssss.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Blairo & Maggi, 44 milhões de motívos para se explicar.


Blairo, Blairo!
Os eleitores de Blairo Maggi, estão apreensivos e evidentemente que esperando uma explicação no ex governador e Senador eleito (ainda não empossado), Blairo Maggi, do escândalo na compra de maquinários pelo seu governo. Há 44 milhões de razões para que ele venha a público e explique aos seus eleitores, o que realmente ocorreu, já que o maquinário fora adquirido em seu governo.
Se houve, como afirma o Ministério Público Estadual, a participação de ex Secretários do Governo e Assessores de Maggi, dificilmente a meleca não respingará no ex  governador.
Por outro lado, as empresas de Maggi, conforme está sendo veiculados na mídia, teria doado a pequena cifra de R$ 1.000.000,00 (hum milhão de reais) para fechamento das contas da campanha da petista Dilma Rousseff.  Ministério carinho heim?!
Em todos os casos são muitos zeros. Muitos para uma eleição e muitos para uma possível corrupção. Vamos ver se o Ministério Público Estadual cumprirá com o seu múnus institucional, ou ficará somente na pose para fotos e entrevistas com o escopo de aparecer no horário nobre e na mídia.
Com toda esta dinheirama toda, ainda assim os produtores rurais irão ter que entrar com 20% para pavimentação asfáltica da MT 338 (Estrada da baiana), e outros, se quiserem ter energia em suas propriedades rurais, terão que pagar para que os postes cheguem até lá. Isto se não forem aliados da Rainha e freqüentadores da Corte. “É prá caba!”. Isso que nos causa revolta, e quando fazemos nossas críticas os políticos ficam todos nervosinhos fazendo beicinhos como estivessem sendo vítimas de uma grande injustiça. “cego e aquele que não quer ver”.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Todo Reino tem sua Rainha, seu Bruxo e seu Herói.


A lenda do Rei Arthur, aquele da távola Redonda, tinha por detrás do seu trono a figura mística do Mago Merlin, e junto com ele os cavaleiros nobres que ali se sentavam. Os Cavaleiros da Távola Redonda, segundo a lenda, foram os homens premiados com a mais alta ordem da Cavalaria, na corte do Rei Artur, no Ciclo Arturiano. A Távola Redonda, ao redor da qual eles se reuniam, foi criada com este formato para que não tivesse cabeceira representando a igualdade de todos os seus membros. Entre estes bravos cavaleiros existia um que segundo a lenda era grande defensor de Artur. Seu nome era Lancelot.
O Mago Merlin conhecia mistérios do céu e da terra, da vida e da morte, dos homens e dos deuses. Alguns o chamavam de feiticeiro, outros achavam que ele era um santo. Todos, porém, o reconheciam como um dos homens mais sábios desde tempos imemoriais. O papel do Merlim na trama a partir daí não era o de fazer magia e feitiços, mas sim de mostrar ao seu povo que ele continuava junto ao rei e com isso assegurar a paz entre o reino e os povos antigos, os tornando aliados incontestáveis.
Saído do Romance de Miguel de Cervantes, existe um outro personagem, um cavaleiro solitário que empunhando uma lança investia contra os antigos moinhos de ventos confundindo-os como monstros. O protagonista da obra é Dom Quixote de La Mancha, um pequeno fidalgo castelhano que perdeu a razão por muita leitura de romances de cavalaria e pretendendo imitar seus heróis preferidos. O romance narra as suas aventuras em companhia de Sancho Pança, seu fiel amigo, companheiro e escudeiro, que tem uma visão mais realista. A ação gira em torno das três incursões da dupla por terras de La Mancha, de Aragão e de Catalunha. (quem quizer conferir a biblioteca pública de nossa cidade – se ainda existe e funciona – tem a obra e foi doada por mim).(1)
Também saído dos contos de fadas e lendas antigas a outros personagens dignos de referência que se eu fosse citar daria um comprido texto e que certamente as pessoas a quem busco atingir não iriam se dar ao luxo de ler por inteiro.
No reino encantado de Marmem, a fraca Rainha, além do temeroso Bruxo Javengar, que orbita em seu torno, existem também os defensores do seu frágil trono. Não que se comparem ao Lancelot do Reino de Artur, talvez se aproximem de Sancho Pança da clássica obra literaria de Cervantes, mas existem. Embuidos na defesa do Reino  estes pseudos heróis que protagonizam cenas que quase sempre fogem das raias da razão.
Em nosso reino encantado, existe o parlatório dos comuns que quase nunca saem em defesa dos súditos, e tremem quando ouvem a gargalhada estridente do Bruxo, que com sua renovada carruagem negra trafega pelas ruélas escuras e esburacadas do vilarejo.
Entre os comuns do parlatório, alguns de seus membros, frente a fragilidade dos demais, ditam as regras do jogo, conduzindo de forma competente a defesa da frágil Rainha. Alguns são como Sancho Pança, outros simplesmentes Arlequins[2] e assim vão conduzindo os interesses e os propósitos da Côrte em detrimento dos súditos aldeões.
A fragilidade de um reino, seja ele encantando ou amaldiçoado, nas “estorinhas” infantis quase sempre e com raras exceções os vitimados são os súditos, atônitos com o pagamento de tarifas e tributos e com o incerto futuro.
Será que um dia se terá um final feliz, como em todo conto de fadas, onde os vilões são derrotados e os destinos são reunidos em um “viveram felizes para sempre”?! Enquanto isto não acontece ficam-se a ouvir os estalos da chibata e o arrancar da carruagem do bruxo seguido pela sua horrenda e temerosa gargalhada, e o silêncio mórbido de incertezas futuras.
Voltando a dura realidade, sem “estorinhas” de reino encantado, fiquei sabendo por ouvir dizer, que semana passada, em uma reunião onde estavam presentes a Chefe do Executivo, alguns Vereadores e também líderes políticos da atual e rara oposição para discutir a formação de um conselho ou comissão dos acampados da Mandaguari, houve troca de acusações entre oposicionistas e situacionistas. Em defesa da Prefeita, em meio ao clamor da  discusão, eis que surgi um “herói” que brandindo seu punho gritou freneticamente acusando o prefeito anterior de ser o causador do clima de desânimo que vem assolando Porto dos Gaúchos. (rssss... bem feito para ele, que tem preferido o silêncio...)
Quando me relataram o fato, lembrei logo do Lulla e do seu carcomido discurso da herança maldita. Quando o problema aparece o mais fácil é atribuir a responsabilidade aos outros, mesmo que em palanque outrora você tenha se comprometido com o eleitor em resolvê-los, pois afinal de contas, é para isto que são eleitos os políticos.
O problema taí, e esconder-se dele, fugir do debate ou torná-lo campo de uma disputa pessoal, somente irá contribuir para que as mudanças prossigam. Não as mudanças administrativas, mas sim as mudanças de famílias e empresas indo para outras regiões mais prósperas. A coisa tá feia!!!








(1) Fonte de pesquisa: Wikipédia.
[2] Personagem que, na comédia italiana, usava roupa feita de retalhos triangulares de várias cores. 2 Bufão, farsante, palhaço, bobo da corte.









segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Resultado do Censo.


Entre os Municípios do Vale do Arinos, me parece que o único a não comemorar o resultado do censo é o nosso. Nossa população diminuiu em vista dos demais municípios do Vale . Segundo nossa Prefeita isto se dá porque Porto dos Gaúchos está localizado no “bioma da Amazônia”. Uma piada né?! Os demais municípios do Vale do Arinos também estão no “bioma amazônico” e nem por isto estão perdendo seus habitantes! Já sei é culpa do administrador antigo!!! É mais fácil legar o problema para os outros do que buscar resolvê-los.
Não é de agora que temos denunciado que a cada dia que passa o município vem perdendo população. É só andar pela cidade que irá deparar em um grande número de casas desocupadas e completamente abandonadas. Onde estão os moradores?!! É só ir a Sinop para encontrar muitos dissidentes portogauchenses, que cansados de esperar o tão prometido desenvolvimento partiram em mudança para aquele próspero município. E não foi somente para Sinop, também para outros municípios matogrossenses.
Mudança já! Este era o compromisso político do grupo que detém o poder no paço Municipal. Estão cumprindo o “slogam” de campanha. Até aí dúvida nenhuma.
O mais irritante em tudo isto, é que ambos os Poderes (Executivo e Legislativo) parece acomodados diante deste grave problema. Desconheço qualquer medida política para se discutir o definho de nossa população local.
A classe política eleita nas últimas eleições somente preocupa-se em aparecer em matérias baratas veiculadas pelos “sites” regionais, enquanto que as ações administrativas ficam enrustidas na incompetência daqueles que em cima do palanque gritavam que iam resolver os nossos problemas. Como todo discurso político acaba em nada.
Tenho acompanhado com preocupação a degradação das pastagens nas propriedades existentes em nosso município, e também não vislumbro nenhuma ação administrativa ou qualquer outro estudo para discutir o problema. Se existe uma Secretaria Municipal de Agricultura na estrutura administrativa esta está deixando a desejar, não porque deva resolver os problemas, mas, poderia estar desenvolvendo um estudo com o intuito de esclarecer os produtores e pecuaristas e ajudá-los a encontrar solução.
Tenho testemunhado a ida de alguns empresários para outros municípios, ou seja, mudando suas empresas para outras cidades, sinal que além de população, estamos perdendo também investimentos privado, e automaticamente perdendo gerador de empregos e de impostos.
Uma vez no passado, quando ainda brigávamos para trazer a telefonia celular para a sede do município, quando justificávamos das dificuldades e das desculpas dos empresários do ramo em vir se instalar em nosso município teve um cidadão, que questionou a administração anterior, dizendo que os políticos haviam sido eleitos para resolverem os problemas, então que fossem atrás. Hoje este mesmo cidadão ocupa um cargo público de livre provimento, e me parece que agora não tem muita disposição em resolver os problemas locais, principalmente àqueles de competência de sua Secretaria.
A situação de nossa cidade é séria, e não vejo nenhuma medida sendo tomada a não ser aquela específica da insignificante disputa do poder local. Agora todos estão voltados para a sucessão do próximo presidente da Câmara. Para isto há empenho dos políticos! E o resto?!
Nossa pequena e definhada cidade continua agonizante frente à falta de medidas administrativas coerentes e salutares para injetar ânimo em nossos moradores e trazer de volta aqueles que partiram desacorçoados pelos rumos políticos e o persistente ostracismo dos nossos políticos.
Falta rumo, falta perseverança, falta cultura e principalmente competência.  Sei que minhas opiniões causam constrangimento e descontentamento na classe política, porém quero deixar claro, que a minha única preocupação é com os destinos incertos do nosso município.
Estou cansando em ouvir, cidadãos portogauchenses dizendo que irão partir. Estou temeroso com a falta de preocupação dos nossos políticos que desdenham nosso povo. Se quiserem aplausos e elogios então que dêem motivos para isto.