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domingo, 13 de dezembro de 2009

Egocentrismo de cada dia.



Vendo as investidas dos aloprados petista contra a imprensa quando tentam criar um mecanismo para o controle absoluto da liberdade de manifestação e de opinião, fico a imaginar, porque o homem ou a mulher quando ocupam um cargo público, não quer ser alvo de críticas. Seria egocentrismo?! Ou mera vontade de serem Deuses e estarem acima dos reles mortais governados!?!

 

Tal situação ocorre em todos os níveis governamentais, seja no Planalto Central, nos Estados e até nos Municípios.

 

Os detentores de cargos públicos, salvo raras exceções, não gostam de ouvir críticas ou quando erram não gostam de ter os erros apontados.

 

É só terem seus nomes divulgados pela imprensa ou pelas críticas que surtam, esbravejam, e dizem estão sendo vítimas de difamações e calúnias.

 

Uma pessoa quando opta para exercer um cargo ou função pública tem que estar preparado para ter sua vida escancarada. Ele passa a ser um homem(ou mulher) público e como tal estará sob as lentes das câmeras e alvo constantes de críticas, ainda mais quando cometem besteiras.


A exemplo disto, é só ver as ocasiões que o Presidente Luiz Inácio Molusco da Silva, se irritou contra a imprensa e atirou seus aliados em uma campanha sórdida para tentar cala-la, porém não tendo conseguindo até agora.


A Justiça em Primeira instância negou dois pedidos de indenização intentada por Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, contra a Editora Abril e um dos seus repórteres, por ter publicado em 2006 a reportagem que mostrava a trajetória do filho Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (O Filho do Brasil), que de sócio de uma pequena produtora de jogos eletrônicos, havia recebido 5,2 milhões de reais para associar-se a uma grande empresa de Telefonia. A Juíza prolatora da decisão disse em sua sentença, que Lulinha sendo filho do Presidente da República, havia tornado uma pessoa pública, e usou a fala do seu próprio pai para fundamentar a decisão, quando Lula havia comparado o seu filho como jogador Ronaldo.


Esta decisão é importante para frear a tentativa dos políticos alvos dos escândalos em querer criarem mecanismo de censura, com o objetivo de coibir a liberdade de imprensa.


Para aqueles que estão exercendo um cargo público, seja ele eletivo ou não, é importante ressaltar que eles não estão acima da Lei ou não são Semi-deuses, como pretendam portar-se. Se o papai ou a mamãe estão exercendo um cargo público qualquer, especialmente se este cargo for eletivo, entendam um dia isto acaba, pois sempre haverá outras eleições e na democracia (Graças a Deus) isto acaba.


Portanto garotos e garotas, marmanjos e marmanjas, comportem-se, pois o processo democrático é assim mesmo, pisou na bola a torcida vaia e cobra.


É bom não acostumarem muito com o poder, e não fazer biquinho e muxoxo quando ouvirem críticas ao papai, mamãe e aos companheiros, isto chama-se Democracia.


Nilton Flávio Ribeiro (niltonflavioribeiro.blogspot.com) 13/12/2009.




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