Aviso aos
políticos portogauchenses “ Projeto do secretário de Estado de Transporte
e Pavimentação Urbana, Arnaldo Alves, pretende substituir cerca de 250 pontes
de madeira por construções de concreto em Mato Grosso. O plano usado está
orçado em R$ 600 milhões, que seriam captados por meio de empréstimo junto ao
governo federal e com instituições financeiras devidamente credenciadas.
(fonte: 24 Horas news e Só noticias)”
Está aí pessoal (Prefeita,
Vereadores e etc...), vão em cima, está na hora de conseguir uma ponte de
concreto ligando Porto ao Município de Juara, quiçá até a pavimentação
asfáltica do trecho que vai do arinos passando pelo postinho indo até o trevo na rodovia do
buraco, aquela que vai de Juara para Juína.
Se dormirem no
ponto, iremos dançar de novo, está na hora de mostrarem trabalho. Procurem os
dois deputados mais votados pela região (o carequinha e a loirinha) e vão em
cima. O povo quer ver ação e não omissão.
Quem acompanhou meus ataques ao
Governo Petista do Lulla & Dillma, e a espúria aliança feita aqui em Mato
Grosso pelo antigo Governador hoje Senador Blairo Maggi e seus aliados
matogrossenses para eleger o Silval Barbosa, pode lembrar que eu frisava muito
bem o fato de Blairo ter aplicado em seus eleitores o maior 171(1) eleitoral, na
campanha de reeleição do Lulla.
Pois bem, me parece que nós do
Vale do Arinos, principalmente os portogauchenses terão uma enorme surpresa no
que concerne à pavimentação asfáltica da MT 338 (Baiana), que se for verdade se
revelara o maior engodo eleitoral desta última eleição. Então vamos recordar:
Quem não se lembra do Leilão realizado
na Acrivale, objetivando arrecadar-se dinheiro para o início na tão sonhada
pavimentação da Baiana. Lá foi os otários (e aí incluído eu evidentemente)
correndo contatar os agropecuarista para que estes antecipassem em gado, a sua
contribuição para o almejado sonho de ver a baiana asfaltada. Leilão realizado,
recursos em caixa, apareceu os políticos e tascou o 171 em todos, dizendo que
já havia sido licitada a obra e assim que cessasse o período chuvoso iriam dar
início às obras. Apareceu até mesmo uma empreiteira vencedora do certamente
para este fim.
Esta semana ouvi boatos (e aí
espero realmente que sejam só boatos), que as obras da tão sonhada pavimentação
asfáltica da baiana, mais uma vez estaria relegada a segundo plano, (pois esta
não mais seria prioridade) pois o governo e os políticos oportunistas, haviam
decidido nos bastidores pela pavimentação da MT 220, até o trevo de Tabaporã.
Há de novamente reafirmar que a
MT 220 é também importante para a região do Vale do Arinos, porém a MT 338
(Baiana) está é mais do que importante, não somente pelo seu aspecto histórico
como insistia repetir um dos então candidatos a Deputado quando se dirigia ao
povo desta região, mas também por ser o caminho mais curto para a Capital
Cuiabá e evidentemente para o Sul maravilha, onde se localizam os maiores
centros de consumo deste país.
Verdade ou não, isto traz para nós
do Vale do Arinos, principalmente os portogauchenses uma grande revolta contra
a classe política local. De nada adiantou os comuns digladiarem para eleger
seus candidatos! Se for verdade os boatos de que adiantou termos dois Deputados
Estaduais eleitos no Vale?! Se for verdade, Porto dos Gaúchos deixará de ser a
cidade do adeus, pois certamente não haverá mais pessoas para receber o adeus,
estaremos fadados definitivamente ao completo abandono.
Bom! Se ficar comprovado e
caracterizado o golpe aplicado nos eleitores do Vale do Arinos, (veja bem, por
enquanto é só boato) eu irei dizer alto e em bom tom, para que todos eles
possam me ouvir, mesmo que eles não queiram, que eu estava certo. Tanto Blairo,
Silval e sua “catrefa” de seguidores “são farinhas do mesmo saco, verso e
anverso da mesma moeda”. Sendo um cria do outro, poderei afirmar com segurança,
usando um antigo ditame popular que “filho de peixe, peixinho é”, ou seja, no
lodo escuro e podre de uma lagoa sempre espreita um grande “traíra”.
1. Artigo do Código Penal Brasileiro que define o crime de estelionato.
Não há mais palavras ou estilos
para definir a situação de nossa cidadezinha, afundada em esperanças passadas,
um dia fora considerada a nova fronteira agrícola, hoje marcada por famílias em
partida. Como é triste o nosso destino de município, sem esperança e com um
futuro totalmente comprometido.
Os detentores de frágil poder
local não gostam quando faço minhas críticas, mas vejo ainda, aqueles heróis que insistem em produzir aqui,
refiro-me aos rizicultores, que já deram início a colheita e a Prefeitura se
quer deu uma “ajeitada” nas vicinais para que eles tirassem a produção com mais
facilidade. Quando não é o Governo Federal é o Municipal, está é a sina dos
produtores de arroz.
Outro fato revoltante é o
silêncio dos edis frente a tudo isto, alguns deles ainda integrantes da bancada
governista, insiste em culpar os governantes de outrora, querendo esquecer-se
das promessas de palanque.
A exemplo disso, li recentemente
uma matéria em um “site” regional, que os Vereadores de Juara, estariam
articulando para agilizar o programa denominado “Luz para todos” naquele
município, enquanto aqui nenhuma ação nesse sentido.
E a oposição local, (se é que
ainda existe), está amordaçada pelo descaso e pelo incerto futuro. Falta ação
em todos os âmbitos. Sem reação a cidade vai sendo marcada pelas freqüentes
mudanças de sua população, sendo motivo de chacota da população dos municípios
vizinhos.
Confesso que meu tempo passou, já
não tenho mais forças para mudar esta situação. Não tenho forças e vontade, só
nos resta a acenar um adeus aqueles que estão partindo. Que Deus os abençoe e
que os ajudem encontrar em seus destinos o que nosso local não ofereceu.
Recebi um e-mail interessante, que resolvi
transcrevê-lo na íntegra para publicá-lo em meu blog. A autoria do e-mail e
desconhecida, somente faz menção que teria sido escrito por um vizinho do Chico
Buarque. Achei muito interessante a colocação do seu autor usando frases
extraídas das composições de Chico Buarque de Holanda.
Confesso que até me identifiquei com tais
colocações, pois ainda adolescente vivendo nos anos de chumbo, costumava ouvir
as músicas do Chico, procurando entre linhas alguma mensagem subliminar combatendo
a ditadura Militar sempre em prol da liberdade e de uma sociedade mais justa.
Também quebrei a cara tal qual o autor da carta. Chico
Buarque bem como toda intitulada “esquerda” da minha época me decepcionaram.
Descobri o que todo esquerdista queria mesmo era o cartão corporativista, e
viver as expensas do contribuinte. Então vamos ao texto.
“Carta para Chico
Buarque, escrita por seu vizinho ( CHICO BUARQUE MERECEU ESSA!!!)
Ninguém é bobo.
Acertado os preços todos nós trabalhamos por um ideal.
A irmã do Chico é Ministra da Cultura do governo do Dilmão, faz parte
do ministério composto pelos notáveis (a maioria é ficha suja)
Os corruPTores compraram tudo e quase todos, só não conseguiram comprar
a "dignidade" , dinheiro roubado não é moeda de troca.
CARTA ABERTA AO CHICO BUARQUE, DO SEU VIZINHO.
Chico,
Confesso que fiquei
chocado ao vê-lo desfilar na passarela da Dilma, cantarolando como se estivesse a defender uma causa justa, honesta
e patriótica. Logo você, Chico, que ganhou tanto dinheiro
encantando a juventude da década de 1970 com parolas em prosa e verso
sobre liberdade e moralidade. Percebo que aquilo que você chamava de
ditadura foi, na verdade, o grande negócio da sua vida.
Afinal, você estava à toa na vida. Você deveria agradecer aos militares por tudo o que te fizeram, porque poucos, muito poucos,
ganharam tanto dinheiro vendendo ilusões em forma de música e poesia
como você. Estou agora fazendo essa regressão, após vê-lo claudicante como A
Mulher de Aníbal no palanque do Lula e da Dilma. Claro que deu para
perceber o seu constrangimento, a sua voz trêmula e pusilânime,
certamente sendo acusado pela sua consciência de que estava naquele
momento avalizando, endossando todas as condutas deste governo trêfego e
corrupto. Nunca, jamais imaginei, Chico, que você pudesse se prestar a isso
algum dia. Mas é possível antever que apesar de todos vocês, amanhã há
de ser outro dia. Quando chegar o momento, esse nosso sofrimento, vamos
cobrar com juros. Juro ! Você, como avalista, vai acabar tendo que pagar
dobrado cada lágrima rolada. Você vai se amargar, Chico, e esse dia há
de vir antes do que você pensa. Não sei como você vai se explicar vendo
o céu clarear, de repente, impunemente. Não sei como você vai abafar o nosso coro a
cantar, na sua frente.Apesar de vocês, Chico, amanhã há de ser outro dia.
Estamos sofrendo por ter que beber essa bebida amarga, dura de tragar.
Temos pedido ao Pai que afaste de nós esse cálice, mas quando vemos
você, logo você, brindando e festejando com todos eles, só nos resta
ficar cantando coisas de amor e olhando essa banda passar. E pedir que passe logo, porque apesar
de vocês amanhã há de ser outro dia.
Estamos todos cada qual no seu canto, e em cada canto há uma dor, por
conta daquela cachaça de graça que a gente tem que engolir (lembra ?),
ou a fumaça e a desgraça que a gente tem que tossir.
Só espero, Chico, que as músicas que você venha a compor em parceria com
os seus amigos prosélitos de palanque não falem mais de amor,
liberdade, moralidade e ética - essas coisas que você embutia
disfarçadamente nas suas letras agora mortas de tristeza e dor.
Não fale mais disso - não ficará bem no seu figurino agora desnudo.
Componha, iluda, dance e se alegre com todos eles, ganhe lá o seu
dinheiro, entre na roda e coloque tudo na sua cueca - ou onde preferir -
mas não iluda mais os nossos jovens com suas músicas, simbolizadas hoje
apenas na sua gloriosa A Volta do Malandro. (assinado) Seu Vizinho ao
Lado...”
Realmente o autor do texto, seja ele vizinho
do Chico ou não sob muito bem expressar o sentimento de quase todos aqueles
adolescentes da dura época de chumbo, que vivia “falando de lado” ou “acendendo
vela nos becos” como cantava Chico Buarque. Parabéns ao criador do texto.
Só
nos resta agora a terminar nossa colocação usando também o que cantava Chico
Buarque, pois ainda continuamos “a não ter governo e nunca terá” sério e
comprometido com a probidade, liberdade e com o Brasil como um todo sem cotas
ou ONGs, ou acerto de bastidores. Só restam aqueles que ainda conseguem se
escandalizar, jogar “bosta na Geni, ela dá prá todo mundo, maldita Geni”.
Como somos frágeis!
Vendo as cenas da catástrofe causada pelo terremoto no Japão é que leva-nos a entender como somos insignificantes frente às forças naturais. Como é maravilhosa e ao mesmo tempo assustadora e arrasadora força de um tsunami, quando alcança o litoral levando consigo navios, automóveis, prédios, aviões e até vidas humanas.
Para nós que estamos a milhares de quilômetros do local dos acontecimentos aquilo até parece mais uma produção “hollywoodiana”, ficamos deslumbrados e ao mesmo tempo pasmos, para em seguida nos horrorizar com tamanha destruição.
De nada adiantou ser a terceira maior economia do mundo, em dominar uma das mais avançadas tecnologia do planeta, pois quando a monstruosa parede de água chegou, levou tudo que estava em sua frente, e quando recuou deixou somente destroços, fogo e sofrimento.
É nestes momentos que somos levados a acreditar que alguém lá em cima está nos mostrando quem realmente é que manda e de como somos frágeis e insignificantes frente ao seu poder, pois mesmo temos comido da árvore do conhecimento ainda não estamos aptos enfrentar tais forças. Será isto somente o começo do que ainda estará por vir?!!
Pois é pessoal, me contaram e eu
fui obrigado a ir lá para ver! Onde!?! No sítio e no blog oficioso! Lá descobri
que em Porto dos Gaúchos existe uma sub prefeitura. Descobri também da
existência de uma suposta “milícia armada” para tomar o poder local. Cara!!!
Bota divertimento nisso tudo!!!
Porque?!! Calma que vou tentar
explicar! Primeiro que a sub prefeitura está trabalhando mais do que a
Prefeitura, já que trouxe um Secretário de Estado para uma Reunião, e a outra,
bem a outra...trouxe....alguém aí me ajude por favor!!! Trouxe....(tic, tac, tic,
tac..)......já sei caminhão de mudança para ajudar o povo ir embora!!! Rssss.
Brincadeirinha é somente uma piadinha de mau gosto, bem porque caminhão de mudança
não vem só vai!!!.
Bom pessoal, afinal de contas um
Secretário de Estado não é nada, ainda mais tratando dele!!! Rsssss Acorda o “home”
pessoal e aproveita e acorda a “mué” também!!! Ah! Lembrei! Trouxe as placas de
obras! Que placas?! Ora pessoal, não vamos ser injustos!!! Aquela que está fixada
na entrada do estádio, também tem aquela fixada na Escola Municipal!!!
Quanto a “milícia armada”.... aí
pegou pesado com a oposição!!! Imaginem os membros da oposição (entre eles eu
evidentemente) descendo a “sierra maestra”(1) todos barbudos e fumando charuto
para tomar o Paço Municipal, ou invandindo a “Baia dos Porcos”(2) para expulsar
os “gringos” cantando o hino da internacional socialista. (não do internacional
de Porto Alegre). Gritando palavra de ordem como “o povo unido jamais será
vencido!” Todos de “metranca” na mão. O difícil vai ser encontrar uma serra
aqui por perto! A baia dos porcos damos um jeito!!!
Ai! Doeu! Bati com o cotovelo na
ponta da mesa, sopra, sopra dodói!!! Rssssssssss......
1. Foi na Sierra
Maestra que em 1956 Fidel Castro, juntamente com o grupo de revolucionários,
decidiram acampar para continuar a luta contra o tirano Fulgêncio Batista, governantes
do país naquela época. Desta forma começava uma nova etapa ,a qual culminaria
com a vitória da Revoluçao Cubana.
2. A Invasão da Baía dos
Porcos (conhecida como La Batalla de Girón, em Cuba), foi uma tentativa frustrada
de invadir o sul de Cuba por forças de exilados cubanos anticastristas formados
pelos Estados Unidos.
Com o apoio das forças armadas dos Estados Unidos, treinados e dirigidos pela CIA, tentaram invadir
Cuba em Abril de 1961 para
derrubar o governo socialista e assassinar o líder cubano Fidel Castro (wikipedia).
Era meados de setembro de 1986, a
pequena aeronave sobrevoava a exuberante floresta amazônica que cobria quase
toda a região do noroeste matogrossense. Entre o vasto tapete de gigantescas
árvores, de mognos, cerejeiras, castanheiras e outras espécies nativas,
serpenteavam inúmeros pequenos córregos e igarapés afluentes dos grandes rios
que os pilotos costumavam ter como ponto de referência.
Minutos após, já podia avistar a
confluência dos majestosos Rios Juruena e Arinos. Pouco antes Arinos acima
haviam visualizado o Rio do Peixe que também emprestava suas águas, para juntos
seguirem em direção ao norte e abaixo do Salto Augusto formarem o Grande Tapajós
isto já em terras do Estado do Amazonas.
Os passageiros do pequeno Cesna,
eram candidatos a uma vaga na Assembléia Legislativa Estadual pelo PMDB e
estavam em plena campanha eleitoral e iam de Juara em Direção a Aripuanã, para
depois retornarem a Juína onde decerto participariam de um Comício com a
presença do candidato Majoritário ao Governo do Estado Carlos Gomes Bezerra.
Naquele tempo haviam grandes trechos sem pavimentação e era quase impossível se
fazer uma campanha por estradas, que muitas das vezes estavam sem nenhuma
manutenção.
Em certo momento do vôo foram
surpreendidos por um forte cheiro de fio queimado, levando-os a completo
pânico, pois certamente se o avião perdesse altitude e caíssem na floresta não
haveria sobreviventes e certamente demorariam em encontrar até os restos. O vôo
tornou-se tenso e o piloto insistia para que os passageiros mantivessem a calma
que ele iria achar uma pista em uma fazenda qualquer para pousar o avião.
Mas isto não confortava os
passageiros apavorados com o aumento do cheiro de queimado já começavam
desesperar-se porém o piloto mantinha sua calma conduzindo a aeronave em direção
ao seu destino.
Momento seguinte, um dos
passageiros da aeronave, acostumado a voar em aviões com asas em baixo, olhou
pela janela e esquecendo que voava em um Cesna, deu um grande grito de terror –
“A asa!...o avião perdeu a asa!!!...” Causando uma grande gritaria entre os
passageiros, foi quando interviu o piloto e lhes dizendo para que olhassem para
cima que a asa estava onde sempre esteve. Felizmente o Piloto conseguiu voar
até o destino, após constatar não ter havido gravidade no cheiro de queimado.
Toda vez que me lembro desta
passagem, contada por um daqueles
passageiros, fico a imaginar o desespero que passaram e o susto que haviam
levados quando um deles gritou que o avião havia perdido a asa. Se eu estivesse
lá com eles certamente não precisaria comer nozes argentinas (aquelas
distribuídas na borracharia do Telmo para sacanear os amigos) ou tomar laxante pois isto
seria desnecessário frente ao susto que foram submetidos.