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sexta-feira, 26 de abril de 2013

DANEM-SE!!!



    Danem-se humanistas hipócritas!!!
   Violência dispara por todo o país. São Paulo é recordista nos latrocínios. Está tão fácil para o bandido já que eles não precisam passar pelo crivo de um Delegado Federal, para adquirir sua arma de fogo.
   Para ele não há a exigência de um teste psicológico e um curso de tiro para saber se está apto ou não a ter uma arma de fogo. Basta ser filiado ao PCC, CV e talvez até do PT, para ter acesso ao poder de vida e morte de trabalhadores, filhos, filhas mães e pais de família.
   Recentemente me submeti a um exame psicológico, depois um curso de tiro, e a loja encaminhou o meu pedido para o registro de um revolver calibre 22. O Delegado da Polícia Federal encarregado de deferir ou não, simplesmente despachara que não via necessidade para que eu, com 56 anos de idade, tivesse uma arma legalmente adquirida, ou seja, indeferiu meu direito. Talvez ele desejasse que eu comprasse a arma no Paraguai como outros fazem.
   Como não teria necessidade?!! Todo dia ouço pela imprensa que mais um cidadão foi morto pela ação de bandidos. Ora se o Estado é incompetente para nos dar segurança pelo menos nos de o direito de reagir em legítima defesa!!!
   Reagir é errado?!! Pelo menos nos de o direito de morrer com dignidade, ou seja, atirando contra aqueles que de uma maneira ou outra irão nos ceifar a vida.
   Lembro-me de uma passagem bíblica, evidentemente que é do velho testamento, pois no novo somos todos cordeiros caminhando para o abatedouro.  Era de um Rei, que havia autorizado que fossem mortos todos os Judeus. Ao descobrir que sua Rainha era Judia, e como palavra de Rei não volta atrás, este dera autorização para que os Judeus reagissem contra qualquer ato de violência, foi o que bastou para que a vida dos Judeus de então fosse preservada.
   Em nosso país Lulopetista, nos extraíram na mão grande o direito de se armar, só que esta proibição não alcançou o bandido que continua matando deliberadamente sem qualquer reação ou punição.
   Penso eu, que o Governo petista hipócrita deve ver o bandido como um excluído da sociedade. Só pode ser isso?!! Não há outra explicação.
   Chega de cinismo e hipocrisia, quero me armar!!! Quero o meu direito a legítima defesa própria e de terceiros. Afinal de contas ganhamos o plebiscito!!!
   Se minha casa for invadida, se minha propriedade for invadida, se minha família estiver em perigo, e eu tiver oportunidade, podem ter certeza, irei reagir e matar se preciso for. Não sou cordeiro e não pretendo dar minha outra face a tapa.
   Bandido bom é bandido morto!!! Entenderam hipócritas, ou preciso desenhar?!!
   Estou revoltado com todo este lixo humanitário que somente protege bandidos.




sábado, 20 de abril de 2013

É revoltante!!!



    Doze Corinthianos (Brasileiros) estão presos ilegalmente na Republiqueta Cocaleira da Bolívia, e o Governo petista Brasileiro continua ignorando a situação. Já era de esperar que este Governo de petistas mensaleiros agisse como vem agindo, ou seja, fazendo nada como é de costume.
    Na época do Molusco mor, este mesmo governo Boliviano mandou invadir as instalações da Petrobras colocou todos nos brasileiros de quatro frente ao mundo.
   Quem será que foi o interlocutor indicado pelo Governo Brasileiro?!! Será que foi o mensaleiro José Dirceu?!! Se foi não  resolveu nada, muito pelo contrário ajudou ainda mais o Cocaleiro Evo Morales a ficar com o patrimônio da Petrobras.
   Depois disto o BNDS ainda emprestou dinheiro para a construção da Transcocaleira naquele país. Não é de estranhar?!!!
   Existem suspeitas de  algo bem maior entre os dois Governos (Mensaleiros e Cocaleiros), e não é só ideologia. Dizem as más línguas que a coisa é bem doce, como açúcar refinado e branca como farinha de trigo. Não duvido.
   Está mais do que comprovado que este Governo Brasileiro, tomado por sindicatos e ONGS, só aparece para dar sumiço no dinheiro público fruto da arrecadação injusta que o povo vem sofrendo nos últimos anos. Quando lhes faltam recursos, colocam a fiscalização em campo para impingir a todos produtores exorbitantes multas.
   Vocês viram a cara do Promotor de Justiça Boliviano?!! Vocês viram a cara do nosso Ministro de Justiça esta semana dançando no meio dos Indígenas, festejando a criação de mais algumas reservas?!!  
Não tenham dúvidas, o Brasil foi loteado infelizmente estamos entregues a própria sorte.



quinta-feira, 18 de abril de 2013

O direito da defesa própria e de terceiro.



   Há muito tempo passado patrocinei a defesa de um cidadão, que havia matado uma outra pessoa na porta de sua casa. Na ocasião ele me narrara sua versão dos fatos, para que eu pudesse preparar sua defesa.
   Ainda não se falava em IBAMA ou qualquer ONG de defesa ambiental, e a floresta amazônica, circundava a cidadezinha chegando inclusive até próxima das casas que constituíam o núcleo urbano.
   A fauna eram abundantes em nossas matas. Varas de porcos selvagens ou alongados frequentemente eram vistos nos arredores próximos a cidade. Também não havia o exacerbado e restritivo acervo de Leis que restringia a posse e porte de armas de fogos, o que tornava comum que as pessoas tivessem pelo menos uma arma de caça pendurada na parede ou atrás das portas de suas casas.
   Dissera ele, que naquela ocasião, estava sem sua casa localizada nos arrabaldes da cidade de Porto dos Gaúchos, onde descansava após um dia árduo de trabalho em uma das diversas serrarias existentes naquela época, quando escutara sua filha e seu genro adentrar ligeiro para dentro de sua residência, gritando desesperadamente que havia um homem que os perseguia pelas ruas.
   O pai apreensivo pela situação, pediu que a jovem fosse para cozinha onde estava sua mãe, e em seguida alcançou sua espingarda calibre 32 que aguardava pendurada próximo a porta de seu quarto, alimentando-a com um cartucho carregado dias antes manualmente, para ser usado em sua caçada de Pacas.
   De posse da arma, fora até a porta da sala, onde se encontrava a vítima ainda do lado de fora do quintal, cercado com balaústras.
   Vendo a vítima em atitude suspeita em frente do portão de seu quintal, indagou a ele, o que este desejava. A vitima balbuciando incompreensíveis palavras pedira que ele mandasse a sua filha sair pois ele queria estar com ela.
   O pai receoso pela situação gritou com o indivíduo que fosse embora, pois sua filha nada queria com ele e ela estava chorando de medo.
   A vítima então começou a entrar no quintal, levando novamente o homem a gritar para ele que fosse embora que seria melhora  apontando-lhe a arma em sinal de intimidação.
   A vítima não se intimidou e prosseguiu sua ida em direção a porta da frente da casa, levando o homem a se afastar para seu interior, e ainda gritando para o estranho que fosse embora dali, se não levaria um tiro. O estranho prosseguiu até frente a porta da casa, colocando a mão em baixo da camiseta que vestia, parecendo que sobre as veste empunhava uma faca.
   Foi quando o pai temendo por sua própria vida e pela vida dos seus familiares, levantou sua espingarda apontando-a para o estranho para em seguida puxar o gatilho acertando um tiro no peito próximo ao coração. A vítima com o impacto do disparo fora jogada alguns metros para trás, e ali permanecerá em seu último suspiro de vida.
   Lembro que o autor do disparo, fora em razão de seu ato, impronunciado pelo Juiz que acolhera a tese defensiva da legítima defesa própria e de terceiros.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Um Lei para si outra para os outros.



    Nós que se definimos como éteros, somos mesmos um bando de bundões. No Congresso uma meia dúzia de homossexuais tumultuam constantemente a comissão de direitos humanos, somente porque um pastor evangélico que se declarou contra o casamento gay está a presidi-la.

    Verdadeiramente eu não estou nem aí com esta baixaria toda, afinal de contas o Brasil está mesmo uma imensa “zona”. Ninguém respeita ninguém, e você não deve discordar nunca, ou manifestar-se contra o casamento gay, que logo é chamado de “homofóbico”. Onde está o direito de opinião?!! Só vale para eles?!! Rssssss...

    O gay grita e faz barulho dizendo que seus direitos não estão sendo respeitados, mas também não respeitam os direitos daqueles que deles discordam.

   Aliás, os nossos legisladores, gostam de aprovar Leis conforme estabelece a ditadura do modismo de época. Se todos são iguais perante a Lei, (é o que estabelece nossa Constituição), onde está à diferença entre, um étero,  homo, preto ou uma mulher?!!

    Gosto de citar como exemplo o seguinte: Se alguém der um tapa na orelha de um gay que o desrespeitou ele pode ser enquadrado como homofóbico. Se der um tapa na orelha de um negro ou afro descendente como quer os polícamente  corretos, pode ser classificado como racista. Se der um tapa em uma mulher, vai ser enquadrado na Lei Maria da Penha. Agora ser de um tapa na orelha de um hétero a única coisa que estaria sujeito seria o revide de um “murraço” no olho, já que não existe nenhuma Lei especifica que agrave esta agressão. Rsssssssss....

    Em meu tempo de adolescente, quando passava um rapaz alegre, com trejeitos afeminados, referíamos a ele, como “bicha” ou “veado”. Uma mulher com o comportamento masculinizado, era logo enquadrada como “sapatão”.

    Do jeito que as coisas caminham, vai chegar um tempo que não poderemos mais chamar um gay de “veado”, sob pena de cometermos um crime ambiental em ofender a honra do bicho cervídeo que habita nossas florestas. Rsssssssss....

    Que tenhamos que respeitar as diferenças e as preferencias sexuais de cada um, vai lá, agora obrigar-nos a deixar de fazer piadinha com o fato, já é demasiadamente hipócrita.

    Eu sou desprovido de cobertura capilar, ou seja, sou careca mesmo, nem por isso me ofendo quando alguém faz uma piadinha comigo quanto a minha vasta calvície. Nem quando me chamam de barrigudo, seria o cúmulo da idiotice, exigir que o congresso aprovasse uma Lei específica para proteger os carecas e barrigudos das piadinhas cotidianas.

    Aqueles que fizessem piadinhas com os carecas, não seria de serem  considerados “carecafóbicos”, ou com gordinho e barrigudo então, não seriam chamados de “gordofóbicos” “barrigufóbicos” ?!! rssssssss.... Seria uma ofensa em até pedir uma “gorda indenização”. Rsssssss...

    Quanto ao pastor Feliciano, pouco sei de sua pessoa, mas vou marcar aqui meu apoio a sua permanência na presidência da Comissão de Direitos Humanos. Fica Feliciano não entrega não, e se ainda duvidar irei votar em você  para presidente!!! Rsssssss....

terça-feira, 26 de março de 2013

O FRACASSO DESARMAMENTISTA.





    Do jeito que as coisas estão caminhando neste país, não vai muito tempo para que alguma ONG petista comunista, conseguir emplacar a ideia, que todo ato praticado contra o patrimônio privado ser um movimento social.

    Até mesmo um assalto à mão armada, quando o coitadinho do bandido apodera de um bem qualquer seu, como a carteira, o relógio, seu celular etc... Alguns petistas idiotas poderão entender que o roubo praticado pelo meliante, é um movimento social, pois seria um direito dele em ter aquilo que outros possuem e ele não.
    Afinal de contas entendimento idêntico já foi defendido por Marx, quando publicou sua obra intitulada o “Capital”.

    Tomei a liberdade de publicar em meu  esquecido blog, uma importante matéria sobre o fracasso do desarmamento.



11/03/2013 - ARTIGO: Mapa da Violência 2013 - O Fracasso do Desarmamento Veículo: Agência Viva Brasil / Veiculação: On-line link do veículo: www.movimentovivabrasil.com.br



Mapa da Violência 2013 - O Fracasso do Desarmamento
Fabrício Rebelo*



"Um dos parâmetros mais utilizados para a compreensão da violência homicida no Brasil, o “Mapa da Violência” apresenta, em sua mais recente edição (2013), dados que, mesmo com indisfarçável contaminação da ideologia desarmamentista, conduzem à conclusão que mais se alcança entre os estudiosos em segurança pública: as políticas de desarmamento não reduziram homicídios no país.
De acordo com o Mapa, publicado pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos, foram mortas no Brasil, no ano de 2010, 38.892 (trinta e oito mil, oitocentos e noventa e duas) pessoas com uso de arma de fogo, quantidade que supera a registrada no ano 2000 em 3.907 (três mil, novecentos e sete) ocorrências - foram registradas 34.958 mortes naquele ano. Percentualmente, na década pesquisada, houve um aumento nas mortes por arma de fogo da ordem de 11,25%, computando-se acidentes, suicídios, homicídios e outras causas indeterminadas[1].
No mesmo período, de acordo com os dados disponíveis junto ao IBGE[2], a população brasileira sofreu um incremento de 12,33%, passando de 169.799.170 para 190.732.694 de habitantes. Portanto, para fins estatísticos e considerada a margem de variação inerente a qualquer pesquisa com parâmetros populacionais, os números se equivalem, não se podendo atribuir qualquer significação relevante à irrisória diferença de 1,08% entre o crescimento populacional e o de mortes por armas de fogo. O quadro pesquisado, assim, apresentou estagnação estatística.
A situação muda um pouco quando são isolados apenas os casos de homicídio. De acordo com o estudo, foram assassinadas com arma de fogo no país, no ano 2000, 30.865 pessoas, número que, dez anos depois, aumentou para 36.792[3], numa variação de 19,2%, ou seja, já expressivamente acima do crescimento demográfico.
   Já numa primeira análise, portanto, os números comprovam que, entre os anos de 2000 e 2010, os índices gerais de morte por arma de fogo no Brasil praticamente variaram na mesma proporção de seu crescimento demográfico, com relevante aumento na taxa de homicídios com esse meio. Com isso, claramente já se pode observar que as amplamente difundidas políticas de desarmamento, implementadas no país no mesmo período, foram inteiramente ineficazes para a contenção de tal modalidade de crime.
A conclusão se reforça sobejamente quando são analisados os efeitos da política desarmamentista na circulação de armas de fogo no Brasil. No exato mesmo período de 2000 a 2010, o comércio de armas de fogo no país, em decorrência das legislações restritivas coroadas pelo atual estatuto do desarmamento, sofreu uma drástica redução, da ordem de espantosos 90% (noventa por cento).

Havia no país, no ano 2000, 2,4 mil estabelecimentos registrados na Polícia Federal autorizados ao comércio de armas e munições. Já em 2008, restavam apenas 280 (duzentos e oitenta). Em 2010, de acordo com diversas pesquisas promovidas por órgãos do próprio governo, organizações não governamentais e centros de pesquisa acadêmica, o comércio especializado de armas e munições se resumia a 10% (dez por cento) do que se verificava uma década antes[4].
Paralelamente a isso, campanhas de desarmamento, especialmente a fortemente realizada entre os anos de 2004 e 2005, precedendo o referendo deste último ano, retiraram de circulação cerca de meio milhão de armas entre a população civil brasileira[5], número que hoje já alcança, de acordo com dados oficiais do Ministério da Justiça, 618.673 (seiscentas e dezoito mil, seiscentas e setenta e três)[6].
Considerando que, de acordo com os dados do Sistema Nacional de Armas – SINARM, há hoje no Brasil pouco mais de 1,6 milhões[7] de armas com registro ativo, o total de armas recolhidas representa mais de 27,5% do universo somatório daquelas registradas e das já recolhidas. Em outros termos, comparando-se o total das armas hoje registradas e o daquelas que já foram entregues em campanhas de desarmamento, o arsenal legalizado brasileiro já foi reduzido em mais de 1/4 (um quarto) de seu total.

Numa realidade em que 90% do comércio de armas foi extinto no país e mais de seiscentas mil delas já foram retiradas de circulação, não resta qualquer dúvida de que, caso as armas legalmente possuídas pela sociedade brasileira tivessem vinculação com o número de mortes, os respectivos índices teriam sofrido igualmente significativa variação para menor.
Entretanto, consoante aqui demonstrado, mesmo com tamanha perseguição às armas de fogo, as mortes gerais por seu uso no país cresceram na exata mesma proporção do crescimento populacional, enquanto os homicídios aumentaram numa taxa acima deste. Em 2010, com 90% de redução no comércio de armas e mais de meio milhão delas já recolhidas, a taxa de mortes com seu uso no país o foi a mesma de uma década antes, com uma variação estatisticamente desprezível de apenas 1% (20,6/100mil em 2000 contra 20,4/100mil em 2010), ao passo em que a taxa de homicídios aumentou mais de 6% (18,2/100mil contra 19,3/100mil)[8].
Os números, mais uma vez, comprovam que inexiste relação direta entre a quantidade de armas em circulação entre a população civil e as taxas de mortes por seu uso. A drástica redução no acesso do cidadão brasileiro às armas de fogo não representou nenhuma contenção nas mortes em que elas são empregadas e não impediu o considerável crescimento dos homicídios no país.

A explicação é simples: leis restritivas à posse e ao porte de armas apenas desarmam aqueles que cumprem as leis. Porém, no Brasil ou em qualquer outro lugar, como já reconhece a própria ONU, na quase totalidade das vezes em que um homicídio é cometido com uma arma de fogo, quem puxa o gatilho é um criminoso habitual[9]."

* Fabricio Rebelo | bacharel em direito, pesquisador em segurança pública e coordenador regional (NE) da ONG Movimento Viva Brasil.



    Este é o país de petistas retrógados que querem de todas as maneiras e formas, suprimir as liberdades individuais.

    Divulguem!!! Gritem!!! Critiquem!!! Não permitam que somente bandidos tenham acesso a armas de fogo. LIBERDADE JÁ!!!