Páginas

Pesquisar este blog

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

No meio do caminho sempre haverá uma pedra.



“No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.”
Trecho do poema de Carlos Drummond de Andrade .
Resolvi hoje citar o saudoso poeta modernista, para invocar o meu direito de crítica e denúncia pelas situação precária de nossas estradas vicinais e ruas da nossa cidade.
Para Carlos Drummon de Andrade, “no meio do caminho tinha uma pedra”, para nós portogauchenses no meio do caminho tem um buraco (e que buraco!), digo, inúmeros buracos, um ao lado de outro esperando por um incauto transeunte.
E não é somente as vicinais e as ruas de nossa sofrida e abandonada urbe, agora já de responsabilidade do Governo peemedebista do Sinval, indo para Juara, o asfalto está todo decorado por crateras imensas, só restando entrar em erupção. Culpa das chuvas?!? Eu pessoalmente acho que não, a culpa sempre será do poder público que não procede com a manutenção das vias quando é necessário.
Voltando ao assunto local do nosso reino encantado, comandado pela oligarquia familiar (para não dizer nepotismo), no meio do caminho tem muitos buracos, tem também obras inacabadas e placas desbotadas daquelas não iniciadas.
Aos nossos rizicultores que estão no início de safra, só me resta a apresentar  solidariedade e minhas sinceras homenagens, e dizer-lhes que no meio do caminho tem muitos buracos e poças lamacentas, que certamente estarão dificultando o escoamento da safra, mas lembro-os também, que ano que vem tem eleições e certamente a nossa frágil e perdida rainha, terá no meio do seu caminho uma enorme pedra obstaculizando sua tentativa de reeleição.
E esta enorme pedra certamente estará também no caminho dos intimidados parlamentares, (amedrontados pelas risadas estridente do horrendo e temido bruxo) em suas tentativa de retornarem a casa dos comuns.


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Seria verdade?!!


Depois das operações realizadas, seja pelo IBAMA ou Ministério do Trabalho na fiscalização das Fazendas da região, sempre surgi comentários de fatos ocorridos em algumas propriedades que me leva a questionar sua veracidade.
No final desta semana os fiscais do Ministério do trabalho baixaram em algumas fazendas e como sempre as exigências são muitas e algumas até absurda, o que causa certo desconforto e insegurança para os proprietários fiscalizados.
Primeiro é a fama de truculentos, intransigentes e arrogantes dos fiscais, sejam eles do Ministério do Trabalho como dos órgãos ambientais, como SEMA e IBAMA. Eles sempre se fazem acompanhar de policiais fortemente armados que de uma certa forma amedronta os empregados e peões das Fazendas.
Recentemente ouvi um conversa, de que em uma certa fazenda, o operador de uma máquina de esteira, após terminado os serviços havia encostado o trator perto da sede e o estava lavando para a costumeira manutenção, quando o helicóptero do IBAMA ou SEMA, pousou próximo dele.
O empregado, vendo descer da aeronave homens com um grande potencial bélico, assustou e correu para a mata a se esconder. Os fiscais, vendo que não havia ninguém e frente a fuga do operador atearam fogo na máquina queimando-a completamente.
Eu particularmente acho está conversa um pouco absurda e custo acreditar que isto tenha ocorrido, porém neste período findado de Governo Lulla e iniciado de Dillma, tudo pode acontecer. Ainda mais com fiscais e policiais forjados na ideologia petista de que todos proprietários ou agropecuarista são em potencial capitalistas exploradores tudo é possível!
Na hipótese de que isto realmente ocorrera, gostaria de ver a disposição destas autoridades no combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas nos morros e favelas cariocas e que margeiam os poluídos rios da capital paulista, o combate a corrupção em todos os âmbitos e esferas governamentais.
Que os fiscais, sejam eles dos órgãos ambientais e do ministério do Trabalho são truculentos, intransigentes e arrogantes já sabemos, ainda mais, quando se fazem acompanhar por agentes da policia federal ou da força nacional. Afinal de contas proprietários e produtores rurais, são pessoas perigosíssimas quando estão em cima de um trator ou de um cavalo produzindo alimentos para o resto do país. Quando estão armados somente de uma enxada ou uma foice limpando suas propriedades sob o sol escaldante desta terra chamada Brasil, para arrecadar impostos e tratar daqueles que nada produzem.
É menos perigoso combater quem trabalha do que o crime organizado e o tráfico de drogas.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Para refletir.


A histórica e desnecessária disputa hegemônica(1) entre Porto dos Gaúchos e Juara tem trazido grande transtorno principalmente ao núcleo portogauchense. Desde há muito tempo, tenho notado que existe por parte dos cidadãos (nem todos) destes dois municípios um acentuado bairrismo cuja origem está fincada nos erros acontecidos lá no passado.
Este bairrismo vem disfarçado nas relações cotidianas entre os dois povos, porém vez o outra aflora de uma forma incômoda e irritante. Eu mesmo já presenciei alguns comentários preconceituosos quanto a existência da Comarca em nosso Município, Em uma ocasião vi alguns advogados insinuar a necessidade de extinguir-se a Comarca de Porto dos Gaúchos abrindo-se mais uma Vara na Comarca de Juara para absorver os processos oriundos da Comarca extinta. Só estou mencionando tal ocorrido para justificar o bairrismo imperante de alguns seguimentos de ambos municípios.
Em uma outra ocasião, um cidadão local me falara, que estando em Juara resolveu comprar uns materiais em uma papelaria  local, e quando sacou do talão de cheques para o pagamento de sua compra, a dona da loja já foi logo dizendo, que se fosse cheque da praça de Porto dos Gaúchos, não aceitaria, pedindo que ele deixasse a compra ali que não havia interesse na venda. Talvez a comerciante agira daquela forma por ter recebido algum cheque sem fundos de algum morador desta urbe, porém não haveria motivos para generalizar incluindo em seu rol de repúdio toda uma população.
Acredito, como dito no princípio desta colocação, que esta manifestação preconceituosa tenha surgido no princípio da colonização de ambos Municípios. Alguns moradores de Juara, quiçá sofrendo algum tipo de discriminação aqui, criaram um preconceito muito grande pelo local a ponto de desencadear uma incessante contra propaganda pela cidade portenha. Também pude comprovar isso quando cheguei nesta região, e narro esta situação um ensaio histórico que pretendo deixar registrado para as gerações vindouras.
Porém acho que esta manifestação bairrista, não generalizada é mais acentuada pelo lado juarense do que portogauchense, e eu já irei explicar porque cheguei a esta conclusão.
Vejam bem, os portogauchenses são grandes consumidores do comércio Juarense, nem sempre pelo preço, mas somente pelo status de se comprar em um centro maior. E isto não é somente pelos gêneros de consumo geral como também de serviços em todos os sentidos.
Com a pavimentação asfáltica entre ambos municípios, esta incessante corrida de consumidores portogauchenses para Juara ficou mais freqüente, trazendo de uma forma ou de outra uma grande evasão de riquezas que de uma forma direta prejudica o já combalido comércio do município ribeirinho.
Um antigo Prefeito de Porto dos Gaúchos me dissera, que por ocasião de sua gestão, esteve em contato com alguns empresários juarenses para tentar convencê-los a instalar em Porto dos Gaúchos uma filial de seus estabelecimentos. A resposta destes empresários foram de não haver porque ter novas despesas de instalação em Porto dos Gaúchos, já que o povo potogauchense sempre comprou e continuaria vindo e comprando em Juara. Olhando por este aspecto ele não deixa de ter razão.
Ontem quando conversava com uns amigos meus, comerciantes locais, eles enumeraram alguns profissionais, que recebem dos cofres públicos municipais, mas optaram por residir na vizinha cidade de Juara. São vários profissionais que vivem do erário público municipal, porém ao receber os seus salários correm investir e consumir na vizinha e progressiva urbe juarense. Em fim são cidadãos de Juara que mesmo ganhando seu dinheiro aqui em Porto dos Gaúchos não trocam o seu status de juarense, e isto é admirável no povo daquela cidade, ao contrário dos portogauchense que nunca valorizam sua terrinha, e continuam acreditando que santo de casa não faz milagre (eu é quem diga!).
Um dia no passado, um importante empresário Juarense, me falara o que precisava acontecer em Porto dos Gaúchos para a cidade desenvolver, era que as terras aqui localizadas trocassem de mão. Na ocasião cheguei até dar razão para o empresário, concordando que se as terras trocassem de proprietários o desenvolvimento tão almejado viria com os novos donos.
Hoje já não penso mais assim, pois ao analisar as diversas propriedades rurais, chega-se a conclusão que grande parte de seus proprietários residem em outras cidades da região, como Lucas do Rio Verde, Sorriso, Sinop e principalmente Juara. E todas as áreas de terras recentemente negociadas, foram vendidas para proprietários ou empresas que não tem intenção nenhuma de investir na sede do município cujos proprietários mantém suas residências na cidade de origem.
Para nós portogauchenses só resta uma alternativa, ou seja, mudar nosso comportamento cultural e se esforçar para consumir no comércio local, prestigiar os serviços aqui instalados, que geram empregos e investimentos local, por mais singelos que estes sejam. Os comerciantes e empresários também precisam fazer sua parte, conversando com os clientes, pesquisando o mercado a fim de sempre melhorar ao atendimento, receber bem o turista e etc... pois o mundo capitalista é concorrido e disputado e quem parar no tempo perde o carro da história.
Somos um só povo, portogauchenses e juarenses e temos que aprender que juntos podemos melhorar ainda mais o Vale do Arinos, isto é, se esquecermos nossas diferenças e as cicatrizes das feridas do passado. Somente assim poderemos desfrutar de uma constante prosperidade, pois caso contrário estaremos predestinados a viver recôndito em um lugar de acentuada insignificância, perdidos em preconceitos e em eterna mediocridade. A exemplo disso é a pavimentação asfáltica da MT 338 (Baiana), se cada um ignorar a necessidade de outro, tenho certeza que esta ficará com os buracos e a poeira de sempre.
 1. Relativo a hegemonia,  que signfica prepoderância política; superioridade; domínio.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Adote um buraco.


Empossados o antigo novo Governador, bem como também os antigos e novos Parlamentares matogrossenses já é meados de fevereiro e tanto a Baiana (MT 338) como a 220 estão a cada dia que passa piores ainda. Onde estão as máquinas do consórcio do Vale??? O Governo mandou recolher e agora simplesmente ignora a situação das Rodovias Estaduais!!! Se já não bastasse o descaso das nossas vicinais!!! Quero ver cumprido o prometido.
Este ano vamos ver se começam realmente a pavimentar a Baiana como fora prometido em cima do palanque e nas portas das casas. Vamos ver quais serão as desculpas que irão arrumar para não cumprirem o que prometeram!!!
Vou propor aos amigos portogauchenses para iniciarmos uma campanha. Adote um buraco e faça um político feliz! Este será o slogan da nossa campanha, afinal de contas, se cada portogauchense, pegar uma carriola e uma pá, e sair por aí enchendo os buracos de terra, estaremos contribuindo com a felicidade dos nossos políticos. Não é verdade!!! Eles (políticos) vivem tristes, devido o povo cobrá-los injustamente e não reconhecer os esforços deles em aumentar os seus próprios salários na assembléia e custear as mordomias nos municípios com o dinheiro público. São uns injustiçados! O povo que é incompreensivo, onde já se viu ficarem cobrando os políticos!!! Cansei estressei, vou para praia!!! Ops! Digo, Brasília atrás de verba. (E tem gente que acredita!!!) Rssss. E vamos respeitar minha gente, sem essa de plantar bananeira no buraco!!!.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Só rindo mesmo!


·  APÓS 30 ANOS NO PODER
P.Q.P, precisou passar trinta anos para o indivíduo renunciar!!! Aqui em nossa pequena cidade ribeirinha, só faz dois anos e quase dois meses da gestão cor de rosa, e o povo já tá de saco cheio. Rssss. Só que ao contrário do Egito, aqui houve eleições e quem escolheu foi o povo. Enquanto isto, vai desviando do buraco seu descuidado!!! Quem mandou votar errado!!! Rssss.... É prá rir, mas você que votou nela, pegue o lencinho e chora....

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Buracos e descalabros.


As estradas vicinais de Porto dos Gaúchos estão ficando intransitáveis. E pior de tudo isto é o irritante silêncio e o comodismo do Executivo Municipal.
Não é a primeira (e não será a última) que usarei deste blog para denunciar a precária situação que estamos vivenciando. Ontem quando trafegava próxima a minha propriedade, na estrada que segue em direção a antiga balsa, (perto do Buba) pude notar que a erosão comeu a metade da estrada, abrindo uma vala de aproximadamente uns 2.30 metros de profundidade, por metro e meio de largura.
As margens daquela estrada está completamente tomada pela erosão, e tenho certeza que se nada for feito, os proprietários daquela região (principalmente o primeiro genro) ficarão  sem acesso. Veículos maiores (como camionetes e caminhões) já passam por ali com dificuldade.
O aterro sobre a “sanga Karolina” está aos poucos sendo levado pela enxurrada. Vindo em direção ao Porto, próximo a entrada do sítio do Marcelo Hagga, a erosão já comeu parte da estrada o que impedirá que se escoe a produção de arroz. O que fazer??? Em nosso caso específico somente rezando para a chuva parar, e como não sou lá muito religioso e  muito menos quero que pare de chover, só resta a torcer que a municipalidade cumpra com sua obrigação e providencie a urgente recuperação das vicinais, não somente da região da localidade “do Treze”, mais também das demais localidades que tenho certeza que estão vivendo situação idêntica.
Só nos resta a assistir o “Vale tudo” na sala de bênçãos Municipal. Ops!!! Errei!! Na Câmara Municipal!!! E que o pessoal “do deixa prá lá” que não aparte da próxima vez, pois ultimamente é a única diversão do tão sofrido povo portogauchense.
Uma sugestão aos Edis, que entre com uma indicação para autorizar o legislativo a adquirir luvas e um tatame e chamem o povo para assistir. Rsssss.  Quero ver porrada!!!! Rssss....

sábado, 5 de fevereiro de 2011

NA TORCIDA.


Realmente estou torcendo!
Fontes não oficiais, porém fidedignas, me informaram que a Chefe do Executivo local, acompanhada do seu escudeiro oficial e esposo, estão em Cuiabá com o intuito de conseguir do Governo a construção em nossa cidade do EDP (Estabelecimento de Detenção Provisória), para no mínimo 200 detentos.
Já havia um burburinho que este estabelecimento era para se edificado na vizinha cidade de Juara e devido à resistência e o preconceito população daquela cidade em não aceitar o presídio lá, este poderia vir a ser construído em nossa cidade.
Muitos preconceituosos irão achar que a construção de um presídio irá prejudicar o município, por abrigar toda sorte de delinqüentes, preconceito este que em minha opinião é sem fundamento. Alguns esquerdistas travestidos de humanistas irão berrar, “que em vez de um presídio porque não uma escola?!?” Usando aquele velho, carcomido e ultrapassado discurso bolorento da esquerda podre que insiste em contaminar a cabeças de alguns apaixonados aloprados.
Se a Prefeita conseguir que este estabelecimento seja construído em nossa cidade, será um grande feito de sua administração, que até agora está deixando a desejar. Além disto, eu acredito que um estabelecimento penal desta proporção irá trazer recursos governamentais e empregos para nossa população que aos poucos estão abandonando nossa cidade por falta de colocação empregatícia.
O importante é que a população, a oposição e os situacionistas locais, neste momento se unam e lutem para que realmente venha para cá esta obra, que não tenho dúvida alguma irá de certa forma contribuir com as esperanças do nosso povo no tão sonhado desenvolvimento. Tenham certeza que é um importante feito e se a Alcaide conseguir para o município será uma obra que marcará sua passagem pelo Paço Municipal.
Como um democrata (da social democracia, não confundam!) e um dos raros oposicionistas declarados da administração local, deixarei aqui meu expresso apoio para esta pretensão da nossa Prefeita, pois um dos deveres da oposição em uma democracia, além do costumeiro porrete, é reconhecer e apoiar algo que acredita ser bom para o local. E neste momento o que é bom para o município é geração de empregos (na falta da Sadia vai o presídio mesmo). Boa sorte Prefeita, só não vai acostumando não é sempre que costumo elogiar. Rsssss.