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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Anatel fecha Emissora Evangélica da Igreja Assembléia de Deus.




E agora pseudo, quem foi que fechou!?! Quem iremos acusar agora?! O culpado de sempre!?!



E Javengar solta sua temerosa e estridente gargalhada que faz todo o pequeno reino estremecer de pavor, chicoteando seus negros cavalos conduzindo sua igual carruagem pelas ruelas esburacadas e lamacentas do povoado amedrontado, para em seguida juntar-se ao bobo da corte e juntos rirem dos novos acontecimentos. (Em breve a segunda parte e continuação do “Era uma vez”).



Nilton Flávio Ribeiro (niltonflavioribeiro.blogspot.com) 11/01/2010


Irresponsabilidade de alguns.




Está madrugada do dia 12 acordei com gritos vindo da rua. Levantei-me para ir ao banheiro e olhei as horas, o relógio marcava 4:40. Retornei a cama para dormir mais um pouco, lá fora caia uma fina chuva a que deixava a cama ainda mais convidativa.



Quando já entregava-se novamente aos “braços de morfeu”, novos gritos e “chingamentos” vindo de fora não me deixava a dormir. Levantei-me novamente subi ao andar de cima de minha casa para ter uma visão mais ampla além do muro de minha propriedade, estava escuro e nada enxerguei.



Os gritos incômodos viam da direção da avenida central de minha cidade, a dois quarteirões da minha casa. Havia algo de diferente naquelas vozes incômodas, que logo me levou a desconfiar que os indivíduos estivessem escalando a torre de telefonia existente lá na avenida central.



Coloquei uma roupa e fui tirar a dúvida, já que a escuridão da madrugada não me deixava a ver nada sobre a torre. Caminhei até a avenida e bingo, lá estava à razão de minha suspeita. Havia pessoas que escalavam antena e estavam bem no alto, porém a escuridão dificultava em enxergá-los, mas pude identificar que podia ser dois elementos, pois conversavam entre si, corajosos mais inconseqüentes.



Na frente do Comercial Tarumã, havia mais dois elementos um deitado em um daqueles bancos lá existente e outro estava sentado no banco ao lado, deduzi que estavam juntos, pois momentos antes um deles estava na esquina e os de cima da antena gritavam para que ele subisse também.



Acho que os elementos estavam embriagados ou havia outras coisas na “parada”, evidentemente que não é de minha conta.



Mas é de minha conta ter uma madrugada tranqüila de sono, sem que desocupados me acordem aos berros e urros, desafiando a lei e a ordem proferindo palavras de baixo calão, simplesmente incomodando outras pessoas que usam a noite e a madrugada para descansarem.



Após ter ido no local para verificar e constatar pessoalmente a audácia dos boêmios da vadiagem demonstrarem habilidade na escalação de torres e paredes, e até identificar um dos que estava sentado em frente do Comercial Tarumã exibindo uma visível tatuagem no braço, dirigi-me de volta ao meu lar e como um cidadão qualquer acionei a Polícia narrando o que tinha visto.



Me revoltei, pois os desocupados que estavam se exibindo em cima da antena, nem ao menos me propiciaram um espetáculo, jogando-se lá de cima. Rsss... É o cúmulo da estupidez.



Nilton Flávio Ribeiro (niltonflavioribeiro.blogspot.com). 11/01/2010.















sexta-feira, 8 de janeiro de 2010


Confusões e investidas dos aloprados.

Os aloprados Petistas estão ensaiando uma saída para frustrar as decisões do Poder Judiciário nas questões de reintegração de posse das propriedades invadidas, com o evidente propósito de favorecer o MST.
A investida está sendo preparada pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH), e isto está causando um desconforto até para o Ministro da Agricultura Reinhold Stephanis que tem criticado a investida denominada como Plano Nacional de Direito Humanos.
Em caso de invasões de propriedade, havendo uma decisão judicial liminar de reintegração de posse, esta decisão seria submetida a uma Câmara de Conciliação para mediar o conflito. Até já daria para antecipar quem seriam os membros desta dita Câmara, podem ter certeza que seriam petistas e comunistas de carteirinhas acostumados a incentivar as invasões das propriedades particulares em nome de um dito movimento social qualquer.
A criação de qualquer Comissão que seja, estaria tirando a autonomia do Poder Judiciário em todas suas esferas recursais e isto é uma forma de rasgar todo o arcabouço jurídico do nosso país. Imaginem vocês se a guerrilheira esquerdista Dilma vier a ser eleita Presidenta então!..
Está na hora de se dar um basta nestas investidas dos ditos esquerdistas em tentar criar mecanismos ilegítimos com o propósito de forçar a expropriação de propriedades agrícolas produtivas.
Se querem reforma agrária, então desmatem as terras públicas e principalmente a Amazônia. Tenho certeza que se a Floresta tão defendida pelas ONGS nacionais e internacionais, vier a ser utilizada para os propósitos reformistas pregados pela dita “esquerda” não haverá crime ambiental.
Por falar em crime ambiental, é importante esclarecer que tive oportunidade de conhecer uns dos assentamentos promovidos pelo INCRA localizado na Gleba Japuranã no Município de Nova Bandeirantes-MT. A exuberante floresta que antes ali um dia existira, em sua grande maioria, foi completamente devastada, inclusive em cima dos morros e até as margens dos córregos não respeitando sequer a mata ciliar protegida por Lei.
Depois lê-se em revistas especializadas que a destruição é promovida pelos grandes e médios agropecuaristas. Uma bobagem preconceituosa que somente tem o propósito de criar um clima beligerante contra os lídimos produtores de riquezas do nosso país.
Agora vem esta tal Secretaria Especial de Direitos Humanos, jogar mais lenha na fogueira, querendo criar obstáculo até mesmo na prestação jurisdicional que é um direito legítimo dos administrados.
Está na hora de se dar um basta em tudo isto, lembro ao povo brasileiro que este ano teremos eleições, procurem eleger candidatos compromissados com o povo em geral e não com uma classe de marginais invasores.
Vejam aqueles Deputados Federais “mensaleiros” que somente votam com os interesses deste governo de aloprados e mande-os de volta para casa de onde nunca deveriam ter saído. Está na hora de dar-mos uma injeção de Democracia neste país carcomido pelos corruptos do planalto central.
Como um dia escreveu o saudoso Henfil em um dos seus divertidos “cartuns” “a democracia faz bem e não engorda os corruptos.”
Nilton Flávio Ribeiro (niltonflavioribeiro.blogspot.com) 08/01/2010.




Foi assim que me contaram ( III)

O fato que irei narrar agora aconteceu em uma região outrora marcada pela disputa possessória.

Como todos já sabem, que a disputa por território já é milenar, e a historia da humanidade esta marcada por estes conflitos. Algumas destas disputas perduram até os dias atuais, como é o caso do conflito entre Árabes e Judeus, onde hoje se encontra o Estado de Israel.

Muitas vidas foram ceifadas na conquista e na disputa por novos ou antigos territórios.

Ao explanar minha narração, irei usar nomes e locais fictícios, pois os conflitos ocorridos deixaram cicatrizes nas famílias que de uma forma ou de outra estiveram nela envolvida.

Em uma região denominada “Gleba do Tamanduá”, existente no falado Nortão do Estado de Mato Grosso, uma família recém chegada na região, usando de títulos de propriedades falsificados, tentaram se apossar de uma vasta área de terras. Estas terras eram ricas em madeiras, o que aguçava ainda mais a cobiça dos homens.

Ao tentar adentrar em uma área de um rico e poderoso proprietário de terras, aproveitando-se da morosidade da Justiça em decidir as pendengas possessórias, deram origem a um grande conflito armado.

O rico proprietário das terras objeto da cobiça dos invasores contratou pistoleiros para manter a posse de sua área e repelir qualquer tentativa de invasão. E assim foi se agravando o conflito desencadeado naquela região.

Os falsários invasores, com o intuito de não permitir o rastreamento dos títulos falsificados utilizados por eles para ingressar na propriedade de outrem, deram início a fragmentação dos documentos em áreas menores, vendendo a terceiros incautos que ignoravam o vício existente sobre as escrituras.

Os grileiros invasores também associaram-se a autoridades policiais do estado, com o propósito de ter cobertura para seus ilícitos atos, conseguindo assim que a Polícia Militar de outra região do Estado procedesse uma operação no local, com o evidente propósito de extrair do local os homens que haviam sido colocados pelo Rico Fazendeiro com a intenção de manter a posse da área que precisavam invadir.

Os policiais militares fizeram a operação no local do conflito e detiveram os seguranças que lá estavam trazendo-os para o presídio na sede do Município, deixando a área livre para que os invasores perpetrassem sua intenção esbulhativa.

Porém é que todos ignoravam, é que dos seguranças que estavam no local, dois havia ficado escondidos no mato, e fortemente armados com espingardas de grosso calibre.

Com a proximidade da noite, os invasores que se encontravam em uma propriedade vizinha do local onde houvera a operação policial, festejavando a breve vitória, disparavam suas armas talvez para o auto e gritando de regozijo, e decerto até embriagando-se, o que era ouvido pelos pistoleiros que encontravam embrenhados na mata.

Já em altas horas da noite, pistoleiros contratados pelos invasores, dirigiram-se a propriedade onde houvera a operação policial, munidos com galões de combustível quiçá com a intenção de queimar a pequena casa lá edificada e definitivamente se apossarem da área.

Junto com este grupo de pistoleiros havia um muito conhecido na região por sua periculosidade, que atendia pela alcunha de “Uruguaio”. Uruguaio ia à frente do grupo munido com um galão de óleo diesel o que denunciava ainda mais a intenção do grupo em atear fogo naquela casa edificada com o propósito de abrigar os seguranças que impediam a invasão da área.

Ao se aproximarem do alvo que tinham intenção de incendiar, escutou-se um estampido do calibre doze disparada de dentro da mata, cujo barulho ecoou no silêncio da noite escura e estrelada da selva de transição amazônica.

O disparo havia sido feito por um dos seguranças que ainda estava em posição de defesa e que até então, tanto os pistoleiros, como os invasores que os haviam contratados ignoravam que ainda estivessem no local.

Uruguaio fora alvejado pelo tiro da espingarda na altura do abdômen caindo ao chão agonizando de dor. Socorrido pelos seus companheiros e retirado do local, veio a falecer mais tarde em conseqüência do mortal ferimento. Daquele dia em diante os conflitos se agravaram, e muitas das famílias envolvidas choraram os seus mortos.

Naquele local, onde houvera estes incidentes, somente ficaram as recordações daqueles dias de violência e até hoje me pergunto se aquela casa onde ocorreram os fatos ora narrados ainda se encontra lá, ou fora carcomida pelos cupins. Esta é a lição que se tira destes conflitos, sobra-se somente a dor e o sofrimento das famílias das vítimas.

Foi assim que me contaram...

Nilton Flávio Ribeiro – 07/01/2010 – twitter.com/niltonfr



domingo, 3 de janeiro de 2010


Ano novo, dívida nova.
O Brasil encerrou o ano com uma dívida pública de dois trilhões de reais, conforme publicou a Revista Veja na edição desta semana (Especial 2010).
Segundo a reportagem, cada Brasileiro já nasce devendo 10.321 reais. Podem apostar, mas esta será a herança maldita que Lula e os Petistas irão legar ao país e ao próximo governo. Porém isto não será problema, já que este governo é perito em maquiar números. Nestes anos de governo petista, uma coisa eles aprenderam muito bem foi esconder o que é ruim e só mostrar o que interessa, tudo a lá Ricupero.
E o pior de tudo isto, é que estamos entrando em um ano eleitoral, e para eleger a Dilma vale tudo, até “enfunerar” o país com mais dívidas.
Tenho certeza que o rombo no orçamento será devastador, mas isto é a marca registrada deste governo. Está será a herança maldita petista.
Nilton F. Ribeiro (niltonflavioribeiro.blogspot.com) (www.twitter.com/niltonfr).