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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

O eterno conflito entre Israel e seus vizinhos extremistas.



    Há muito tempo passado, usei um “site” regional, e sai em defesa de Israel. Escrevi que o Estado de Israel tinha o direito de se defender dos ataques que então sofrera. Lembro que fui alvo de algumas críticas pelo meu posicionamento.
    Passado todos estes anos o conflito ainda persiste, volta e meia terroristas Islâmicos atiram mísseis contra alvos Israelita, que responde com rigor tais ataques evidentemente causado vítimas.
    Eu ainda insisto que Israel tem o direito de defesa de si como estado soberano, e principalmente do seu povo.
    Dia desses tentava explicar para um leigo o conflito histórico entre Israel e seus vizinhos Islâmicos, e vendo que este não entendia o que eu estava a explicar, citei como exemplo dois vizinhos.
    Um estando quieto em seu canto, volta e meia era surpreendido por pedradas atiradas contra sua casa pelo vizinho ao lado. Um dia este resolvera a revidar, assim que seu vizinho lhe atirava as pedras este as pegavam e as jogavam de volta. E assim seguia-se aquela discórdia entre os dois.
    Vez o outra, o vizinho que dera início as agressões colocava seus filhos no rumo das pedras que lhes eram devolvidas, para depois acusar o outro de fazer vítimas inocentes.
    Da mesma forma acontece em Israel. Extremistas Islâmicos, usam locais onde se abrigam civis para esconderem armas e principalmente os próprios terroristas. Quando sofrem o revide de Israel, surgem algumas vítimas civis. Estas vítimas são exibidas pelos extremistas e pela imprensa mundial como fruto do ataque Israelita.
    Li recentemente comentários de um entendido norte americano que explicava de forma simplista o conflito entre Israel e Palestinos. O segundo que ver o outro morto e dizimado da face daquela terra que um dia fora chamada de “Santa”.
    Dizia ele, que se Israel baixasse suas armas e dissesse que não queria mais o conflito, seria o maior banho de sangue de sua história, vez que seus inimigos não aceitariam a paz e marchariam contra Israel e massacrariam seu povo. Mas se ao contrário, o povo “Palestino” e seus extremistas islâmicos dissessem que não haveria mais guerra e baixassem suas armas, daí sim haveria paz.
    O conflito é histórico, não há santo nesta guerra toda, mas pode ter certeza que grande culpa de todas estas vítimas são os próprios terroristas e não de Israel como alguns leigos insistem e afirmar.
    O governo petista brasileiro deu um fora recentemente, quando se posicionou ao lado dos extremistas terroristas. Fora chamado por Israel de “Anão da diplomacia”.
    Recentemente li o desabafo de uma Judia, que tomo a liberdade de transcrever na íntegra neste meu insignificante bloguinho:





Chega de pedir desculpas.

Por Sara Debbie Gutfreund


Estou cansada de pedir desculpas por Israel quando na verdade é Israel que merece um pedido de desculpas.Estou cansada de pedir desculpas por Israel quando é Israel que realmente merece desculpas.Estou cansada de me desculpar pelo direito de Israel de se defender. Estou cansada da expressão “cessar fogo” quando tudo que realmente significa é “tempo para o Hamas construir mais foguetes” enquanto ficamos assistindo, indefesos.

Estou cansada da ONU chamando isso de uma Guerra Israel-Palestina quando tudo tem sido claramente um prolongado ataque terrorista que as FDI estão corajosamente tentando deter.

Estou cansada das pessoas criticando Israel por matar inocentes quando eles têm feito mais do que qualquer outro país para advertir Gaza e ter até mesmo levado os terroristas aos seus próprios hospitais.
Estou cansada de me desculpar por seu uma judia. Por fazer parte de uma nação cuja bondade e compaixão brilham até mesmo no campo de batalha.
De alguma forma o mundo está virando tudo ao avesso. Transformando os terroristas em vítimas. Transformando o atacado em agressor. Este é o antissemitismo atual. Um ódio e nojo por Israel não importa o que façamos. E agora a FAA colocou um banimento nos voos dos Estados Unidos para Israel, isolando-nos uns dos outros enquanto os foguetes continuam a cair.
Agora pergunto a você: quem deveria estar se desculpando? Os milhões de judeus correndo para se abrigar enquanto foguetes tentando explodir em seus pátios escolares e destruir seus lares continuam chovendo? Os pais de todos os soldados que morreram tragicamente nesta frustrante, perigosa guerra em Gaza, onde cada movimento é calculado e recalculado para impedir a perda de vida?
Os soldados deveriam se desculpar por arriscarem a vida lutando contra o terrorismo enquanto o restante de nós balança a cabeça com as notícias? Estou cansada de pedir desculpas por Israel quando é Israel que realmente merece desculpas.
Israel merece um pedido de desculpa da mídia por retratá-los falsamente como agressores. Dos demonstrantes anti-Israel que jamais teriam protestado pela luta contra os terroristas quando seu próprio país foi atacado em 11 de setembro. Da ONU por culpar Israel de uma guerra que eles não começaram. Dos judeus que deram as costas ao próprio povo quando ele mais precisava. Dos próprios terroristas, pelo constante pânico e temor, pela horrenda perda de vidas, por destruir nossos lares, por desviar nossos aviões, por deixar nossas vidas de cabeça para baixo, e por colocar vidas de árabes inocentes em perigo mortal. Israel merece um pedido de desculpas.
E também desejo pedir desculpas a Israel e seu corajoso povo. Estou arrependida por não defender vocês em voz suficientemente alta. Por não fazer mais para falar contra os fotógrafos dos jornais e os falsos críticos. Sinto muito pelas horas nas quais me esqueci da dor e do sofrimento pelo qual vocês estão passando. SInto muito, queridos pais de todos os soldados mortos. Sinto muito pela sua dor e perda, sinto muito porque vocês tiveram de sacrificar seus filhos nessa guerra pela sobrevivência judaica. Porque eles não estavam apenas lutando por Israel, estavam lutando por todos nós.
Peço desculpas a todos vocês, que vivem no único lugar do mundo onde todo judeu é bem recebido em casa, por vocês não serem reconhecidos diariamente por defender o forte para todos nós, por ensinar nossos filhos a permanecer calmos debaixo do fogo, por enviarem seus filhos para proteger nossas fronteiras, por manter a fé quando todos ao redor estão tentando mandá-la embora.
E também quero dizer obrigada. Obrigada ao governo israelense por não desistir dessa batalha pela nossa sobrevivência. Obrigada aos soldados por darem tudo que têm, incluindo a própria vida, para nos manter a salvo. Obrigada ao povo que mora em Israel por continuar a construir famílias e lares na nossa Terra com foguetes caindo em volta.

Obrigada, Israel, por ser uma luz entre as nações do mundo. Por ser corajoso o suficiente para levantar-se e lutar contra o terrorismo, mesmo quando o mundo prefere fechar os olhos e balançar a cabeça. Chega de desculpas. Estamos do seu lado, Israel. Rezamos por você. Estamos orgulhosos de você. Você não está sozinho.



    É fácil falar em paz quando não se vive historicamente sendo perseguidos e sofrendo constantes ataques. Alguns grupelhos Europeus saíram em protestos pelas elegantes avenidas e ruas de Londres e Paris contra Israel e em favor dos terroristas, e no meio de toda esta liberdade de expressão surgiram até aqueles que pregaram o ante semitismo. Indago, será que estes mesmos neonazistas Europeus teriam a liberdade de expressão em um pais de maioria Islâmica?!! Pense nisto!!!
    Israel está certo em defender seu povo e ponto final.





sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Silêncio dos nossos Políticos.



Como anda a Política local?!! Todos estão quietos e comportados.
De certa maneira este silêncio excessivo me amedronta. Fico preocupado em achar que os Políticos acomodaram-se no poder e começam a esquecer daquilo que realmente interessa ao povo portogauchense.
As atividades políticas não podem ficar no ostracismo, já que o mundo aqui fora, longe das benesses do poder, nunca para. Comentei recentemente, quando conversava com um amigo, que nossa cidadezinha portenha estava movimentada.
Eram carros subindo e descendo a avenida, e brincamos ainda, que próximo ao Hospital haviam muitos caminhões estacionados, e em alguns rápidos e raros momentos o trânsito congestionava. Exagero?!! Até pode ser, mas que estava movimentada estava.
Retorno ao silêncio dos nossos representantes locais, para dar-lhes um pequeno empurrãozinho, e dizer-lhes, acordem!!! Nossa cidade está precisando de obras públicas!!!
É sabedor que obras públicas trazem para a cidade um clima de prosperidade. Os administrados vão dizer: Olhem a nossa cidade como está ficando bonita, agora realmente vai!!!
   A iniciativa privada vem fazendo sua parte seja nos campos com a produção agropecuária, como também no núcleo urbano com as atividades na construção civil.
   Não sou vereador, mas vou indicar algo para o nosso executivo municipal: Que tal uma nova praça, próximo ali do bairro Amazônia, frente à Igreja Batista?!! Junto podia ser edificada, uma pista de “Skate” e outras atividades mais, evidentemente sem deixar de lado as obras ditas estéticas, como plantio de árvores e flores. É só um palpite!!!
   E ali nos fundos da Prefeitura?!! Não é hora de aproveitar aquele espaço de reflorestamento criando um parque municipal?!!  Evidentemente sem a destruição das plantas que ali foram estrategicamente plantadas.
   É preciso planejar, fazer projetos, buscar recursos e principalmente divulgarem suas atividades.
Portanto amigos políticos é hora de espreguiçarem. ACORDEM!!!

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Nunca mais esquecerei.



   Naquela tarde,  eu e minha mulher seguíamos em direção ao açude existente em minha Fazenda. Estávamos tentando preencher a lacuna em nossas vidas deixada pela ida das filhas para estudarem em Cuiabá. Agora éramos só nós dois e os dois cachorros denominados Niki e  Jasper.

   Descemos a estrada junto a cerca do piquete dos cabritos e ovinos conversando como sempre fazíamos tentando imaginar como as filhas estariam se virando na Capital do Estado.

   Os cães corriam de um lado para o outro farejando as pastagens. Vez o outra levantavam um calango verde, que com o rabo erguido disparava em busca de sua toca procurando fugir dos cachorros.

   Os cachorros corriam atrás do lagarto, para em seguida perderem o interesse e prosseguir farejando. Vez e outra davam de cara com uma rês ou com um cabrito fujão, e lá se iam em grande “carrerão”[1] e latidos incessantes, até afugenta-los para longe daquele local.

   O jasper um mestiço “hottweiley” cujas presas era de colocar medo em qualquer um. O niki o outro, um autêntico “dachshund”, vulgarmente chamado de “linguiça” ou “Cofap” saltitava junto entre as moitas do “brizantão” em sua inútil tentativa de seguir o maior. Eu e minha esposa nos divertíamos vendo os cães em suas correrias de um lado para outro.

   Ambos não nos perdiam de vista, corriam e retornavam para ficar em nosso redor e assim volta e meia receber um afago que eu lhes fazia com a costa do inseparável facão que costumo carregar quando ando de um lado para outro na fazenda.

  Quando íamos nos aproximando do açude, localizado aproximadamente uns quatrocentos metros da casa da sede, ouvi um rosnado esquisito que mais parecia um som de animal engasgado. Olhei e eis que vi, o Jasper olhando fixamente para baixo onde havia um “lobete”[2] que acabara de cometer o último erro de sua vida em tentar intimidar o meu cão com aquele horrível rosnado.

   O Jasper fixava o “lobete” e volta e meia olhava para eu que caminhava vagarosamente pela estradinha, esperando a ordem de comando. Gritei para o cão: _Pega Jasper!!!

   Momento em seguida cão abocanhou o “lobete” com suas fortes mandíbulas para chacoalhar lhe violentamente. De longe até parecia que este estava com um pano preto na boca e em seguida largando sua presa sem vida no chão.

   Ao fazer isto o fiel cão olhou com orgulho de sua feita e prosseguiu sua ida em direção ás águas do açude onde costumava nadar. Niki vendo aquilo correu em direção ao “lobete” jaz sem vida para também dar suas mordidas como se tivesse participado do feito olhando em seguida para nós talvez em busca de um elogio.

   Tanto o Jasper e o Niki já não existem mais, porém, nunca me esquecerei desta cena, que ficará gravado em minha memória por toda minha existência.




[1] Grande e instantânea corrida..
[2] Pequeno cachorro do mato, habitante das florestas brasileiras.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Mato Grosso e as eleições.



    Demorei, mas retornei!!!

    Pois bem amigos, a campanha já está nas ruas. Vai de Táxi (Taques), de Ludío ou de Riva?!!

    Sinceramente, com tanta sujeira nos meios políticos em todas as esferas desta nação fica até difícil em decidir.

   Nós que moramos na região amazônica temos uma grande preocupação com uma possível vitória de Pedro Taques, frente a sua fama de ser um ambientalista enrustido.

    Se confirmada a suspeita de ambientalista extremista de Taques, este sendo eleito, certamente empreenderá uma verdadeira cruzada contra proprietários rurais agropecuaristas.

    Não basta ficar gritando que irá combater a corrupção, pois é dever de todo homem (ou mulher) público em combater esta endemia que vem assolando nossa nação. Endemia esta que tomou proporções insustentáveis com a chegada de Lulla,  Dillma e sua camarilha de malfeitores no governo deste país.

    Daí perguntar vamos de Táxi (Taques) somente porque este não encontrando apoio da Dillma se aliou ao PSDB ?!! Sinceramente eu não tenho uma resposta para esta pergunta.

    Outro candidato que vem despontando comendo pelas bordas é José Geraldo Riva. Como Deputado Estadual e Presidente da Assembleia teve seu nome envolvido em inúmeros escândalos. Será que decola?!!

    Em minha insignificante opinião, para nós da região amazônica seria o melhor nome para assumir o comando deste Estado, pois certamente teria uma visão diferenciada daqueles candidatos "urbanóides" que temos visto por aí. Riva é conhecedor de todo este Mato Grosso, principalmente da região conhecida como “Nortão”.

    Riva viveu os problemas desta região por ocasião das investidas dos exacerbados ambientalistas em querer parar a qualquer custo o desenvolvimento socioeconômico das regiões produtoras deste nosso próspero Estado. José Riva tem sido um verdadeiro trator quando havia de tomar partido daqueles que realmente produzem riquezas neste Estado.

    O outro candidato, Lúdio Cabral eu não conheço, mas conheço bem  a sigla (PT) por qual ele concorre, e isto para mim já basta.

Sou habitante de uma região que sofreu em muito com as investidas de ambientalistas hipócritas. Uma região que vem sendo próspera pelo cultivo da terra e pela criação de gado.

    O mugir do gado vindo da invernada, bem como o ronco dos tratores no preparo da terra, tem sido música para os ouvidos daqueles que sempre buscaram prosperidade. É a certeza de desenvolvimento.

    Sendo assim, na dúvida em votar num ambientalista enrustido, não vou de Táxi, vou de ônibus e até em um trator, mas com a certeza de se ter alguém lá que fale o nosso idioma. Vou de Riva.